Caixa terá “foco total” no IPO de cinco subsidiárias na B3, incluindo o banco digital
Banco público quer levar para a bolsa as unidades de seguros, cartões, fundos, loterias e o recém criado banco digital, segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães

A Caixa Econômica Federal pretende retomar os planos de levar para a bolsa cinco de suas subsidiárias via oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês), interrompidos pela crise.
[captacao]
A abertura de capital das unidades na B3 — inclusive do banco digital criado no ano passado — é “foco total” na instituição, afirmou hoje Pedro Guimarães, presidente da Caixa.
A unidade em estágio mais avançado para o IPO é a Caixa Seguridade. O processo foi adiado por duas vezes em meio à crise nos mercados provocado pela crise do coronavírus.
“Não faremos nada sem a precificação correta, mas agora não há mais dúvida”, disse Guimarães, durante evento virtual promovido pelo Credit Suisse.
O presidente da Caixa disse, inclusive, que já existe uma demanda de investidores equivalente a duas vezes a oferta pelo IPO da holding que vai reunir as participações em seguros do banco público.
Leia Também
Leia também:
- NO CELULAR: Receba comentários diários em áudio da equipe do Seu Dinheiro
- Wilson Ferreira Junior vai deixar a presidência da Eletrobras
- Guedes renova esperança com avanço de reformas e critica Maia
- Lucro de 2020 da Caixa deverá ser recorde, diz presidente do banco
A Caixa também pretende vender para investidores na bolsa uma participação de seu recém-criado banco digital, o "Caixa Tem", que segundo o executivo conta com 105 milhões de clientes. O IPO, porém, só pode acontecer depois da autorização do Banco Central.
O aval do BC também é necessário para a abertura de capital da unidade de gestão de fundos da Caixa, que conta com aproximadamente R$ 500 bilhões em ativos. “A operação de asset tem um potencial enorme de melhorar, basicamente porque tinha foco em fundos de renda fixa, que tem uma margem muito comprimida.”
Guimarães disse que o banco também pretende abrir o capital da unidade de cartões e meios de pagamento, que ganhou evidência no fim do ano passado com a entrada em operação do PIX, o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. A subsidiária de cartões foi reforçada com a participação que a Caixa detém na bandeira de cartões Elo.
O presidente da Caixa disse ainda que o banco só pretende buscar parceiros privados para uma eventual associação nas subsidiárias após a abertura de capital, “com a participação e crítica do mercado”.
De todos os IPOs planejados, o único que não depende exclusivamente do banco é o da unidade de loterias. Guimarães disse que existe uma questão legal sobre a abertura de capital porque o banco possui apenas uma permissão do governo de ser o agente operador de loterias.
É DINHEIRO OU NÃO É?
Após OPA da Helbor (HBOR3), HBR Realty (HBRE3) vende ativos a FII por quase R$ 1 bilhão; ações sobem 6%
5 de novembro de 2026 - 14:18ENTROU EM PROMOÇÃO?
Ações com desconto? Queda de 9% é oportunidade para Méliuz (CASH3) após balanço, segundo dois bancões; entenda
5 de novembro de 2026 - 14:18EMPRESAS
Cosan (CSAN3) está barata demais? UBS-BB vê oportunidade após tombo de 40% e aponta o que pode destravar valor
5 de novembro de 2026 - 13:58O QUE AGRADOU?
Ação da C&A (CEAB3) dispara até 10% após trimestre melhor do que o temido pelo mercado; veja os destaques
5 de novembro de 2026 - 13:25ONDE INVESTIR NO VAREJO?
Juros mais altos por mais tempo: Citi rebaixa Magazine Luiza (MGLU3), eleva Alpargatas (ALPA4) e muda apostas no varejo
4 de novembro de 2026 - 14:45AMBIÇÃO RENOVADA
Revolut chega a US$ 115 bilhões e já vale mais que o dobro do Nubank; o que está por trás da aposta dos investidores
4 de novembro de 2026 - 12:35CENÁRIO MAIS APERTADO
“É preciso ser realista”: CEO do Itaú (ITUB4) revela como o banco pretende equilibrar crédito e rentabilidade em 2027
4 de novembro de 2026 - 11:56MAIS UMA PARA A LISTA
Aeris (AERI3) recorre à recuperação extrajudicial para lidar com dívida de R$ 1,52 bilhão
4 de novembro de 2026 - 10:06PECHINCHA ENTRE OS BANCÕES
Nem na crise de 2016 o Bradesco (BBDC4) ficou tão barato: o que o Morgan Stanley está vendo após o tombo de quase 40% desde as eleições
4 de novembro de 2026 - 8:56RESULTADO
Itaú (ITUB4) lucra R$ 12,6 bilhões no 3T26, em linha com o esperado; veja o que pesou no balanço
3 de novembro de 2026 - 18:37CAIU DEMAIS?
Nubank (NU): XP vê duas cartas na manga para roxinho; saiba o potencial da ação
3 de novembro de 2026 - 17:47PRÉVIA DO BALANÇO
Após decepção dos rivais no 3T26, é a vez de o Itaú (ITUB4) mostrar por que joga em outra liga; veja o que esperar do balanço
3 de novembro de 2026 - 6:02ALÔ, É UM SER HUMANO?
Fim da secretária eletrônica? Empresas terão de oferecer atendimento humano obrigatório no SAC; veja o que muda
2 de novembro de 2026 - 14:00O TEMPO FECHOU
Chilli Beans vê o sol se esconder: rede de óculos escuros pede recuperação extrajudicial; entenda os próximos passos da empresa
1 de novembro de 2026 - 10:35TIRANDO O CAVALINHO DA CHUVA
Nada de dividendos extras: Vale (VALE3) descarta possibilidade, mas CFO revela alternativa que pode agradar acionista
31 de outubro de 2026 - 16:11REESTRUTURAÇÃO
Raízen (RAIZ4) será dividida em duas empresas listadas em bolsa e aprova aumento de capital de R$ 39,8 bilhões
30 de outubro de 2026 - 19:00PROTEÇÃO ATIVADA
Apesar da pressão nos custos, Vale (VALE3) conta como economizou até US$ 3 bilhões no 3T26; ação sobe mesmo com balanço fraco
30 de outubro de 2026 - 15:18REDUÇÃO DE DÍVIDA NO RADAR
Vai sair do papel? CSN (CSNA3) dá passo decisivo para venda de negócio de cimentos por R$ 12,7 bilhões
30 de outubro de 2026 - 10:26BALANÇO 3T26
Com minério de ferro e petróleo jogando contra, Vale (VALE3) vê lucro cair 53%, para US$ 1,255 bilhão
29 de outubro de 2026 - 20:27O FUTURO DA PETROLEIRA