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Banco de investimentos fundado por Ricardo Lacerda pretende fazer uma oferta pública de Units, com faixa de preço entre R$ 16 e R$ 19

A fila de ofertas de ações cresceu mais um pouco logo no início desta terça-feira. O banco de investimentos BR Partners, fundado em 2009 pelo seu CEO Ricardo Lacerda, pediu registro para realizar seu IPO.
A companhia pretende emitir 32,625 milhões de Units, compostas por uma ação ON e duas PN, somando-se as ofertas primária e secundária, além dos lotes suplementar e adicional, caso haja demanda.
Se conseguir colocar todos estes papéis no topo do intervalo de preço sugerido, entre R$ 16 e R$ 19, o BR Partners e seu acionista BrapInvest, que vai vender Units na oferta, vão levantar quase R$ 620 milhões, mais exatamente R$ 619,9 milhões.
Ao considerar somente a oferta primária, com novas ações emitidas pela empresa, o BR Partners pode colocar até R$ 503 milhões em seu caixa após a operação. O banco pedirá ainda listagem no Nível 2 de governança corporativa da B3.
Com o mercado de capitais aquecido desde o ano passado, o BR Partners conseguiu melhorar seus resultados no primeiro trimestre de 2021.
O banco teve lucro líquido contábil de R$ 31 milhões entre janeiro e março, avanço de 43,4% na comparação com o mesmo período de 2020, e de 36,9% ante o quarto trimestre do ano passado.
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As receitas subiram ainda mais quando se trata da comparação anual. Houve alta de 62,3%, para R$ 75,7 milhões.
Impressiona também a melhora da rentabilidade, que passou de 29,9% nos últimos três meses de 2020 para mais de 40% no começo de 2021, pelo critério do retorno sobre patrimônio líquido.
Até maio, o volume de transações no mercado de capitais com participação do BR Partners somou R$ 44,7 bilhões, crescimento de 47,6% em um ano.
A carteira de crédito fechou março em R$ 457 milhões, quadruplicando o saldo de um ano antes. Somente em relação a dezembro, este valor cresceu 24%.
E de acordo com o Índice de Basileia, o BR Partners já estava bem capitalizado para continuar a expansão do crédito. O indicador, que tem exigência mínima de 11% pelo Banco Central, estava em 36,5% em março.
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