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A nova compra prepara a frota da United para atender o crescimento e aceleração da demanda por viagens aéreas. Os valores do contrato não foram informados
A Boeing anunciou nesta terça-feira, 29, a venda de 200 aviões 737 MAX para a United Airlines. Serão 150 aeronaves do maior modelo da família, o 737-10, e o restante do modelo 737-8, que atende ao mercado de corredor único.
A nova compra prepara a frota da United para atender o crescimento e aceleração da demanda por viagens aéreas, informou a fabricante. Os valores do contrato não foram informados.
A compra aumenta a frota da United para 380 aviões da família de corredor único com eficiência de combustível, incluindo 30 que já foram entregues. A companhia aérea foi a primeira no mundo a encomendar o 737-10, em 2017, quando converteu 100 pedidos do 737-9 para o modelo maior.
O acordo de hoje também inclui a compra de pacotes de dados do simulador de treinamento do Boeing 737 MAX para apoiar os programas de treinamento de pilotos da United.
"Nossa visão United Next revolucionará a experiência de voar com a companhia à medida que aceleramos nossos negócios para atender à retomada das viagens aéreas", disse Scott Kirby, CEO da United Airlines.
O executivo acrescenta que essa mudança ressalta o importante papel que a United desempenha no fomento de uma economia mais ampla nos EUA. "Esperamos que a aquisição dessas novas aeronaves tenha um impacto econômico significativo - em termos de geração de empregos, gastos de viajantes e transporte de bens e serviços - nas comunidades que atendemos", diz.
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"Estamos lisonjeados com a confiança da United Airlines na equipe da Boeing. Nossa sólida parceria, que remonta à fundação da United, nos ajudou a crescer e enfrentar os desafios ao longo das décadas. À medida que esperamos a recuperação que se anuncia, estamos honrados que a United tenha escolhido mais uma vez a família 737 para potencializar sua rede crescente", destaca Stan Deal, presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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