O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Essa é a segunda aquisição da empresa, que estuda uma abertura de capital, no mercado de resseguros
A brasileira Austral, da gestora Vinci Partners, anunciou a compra da operação de resseguros da americana Markel no Brasil. O valor do negócio, mantido a sete chaves até agora, não foi revelado.
A compra é a segunda anunciada pela Austral no mercado de resseguros em dois anos, fortalecendo a companhia, que tem estudado abrir capital nos últimos anos.
Em 2019, a resseguradora de Gilberto Sayão concluiu uma fusão com a também brasileira Terra Brasis, do Brasil Plural. Antes, os controladores da Austral chegaram bem próximos de vender o grupo para o chinês Fosun.
As negociações entre Austral e Markel tiveram início em 2019 e foram retomadas em 2020 diante da decisão do grupo de rever sua atuação na América Latina.
O contrato foi assinado em fevereiro de 2021 e a aquisição foi aprovada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), na semana passada. Com o aval do órgão regulador, a Austral Re vai integrar a operação da Markel no Brasil, incorporando processos e a equipe de funcionários da resseguradora ao seu time.
A Markel detinha patrimônio líquido de cerca de R$ 76 milhões ao fim de 2020. Em ativos totais, eram quase R$ 180 milhões.
Leia Também
Dentre os atrativos do seu portfólio, destaca a Austral, estão negócios com seguradoras brasileiras e ainda uma rede de distribuição especializada em resseguro, os chamados brokers, como são conhecidos os corretores do segmento.
A Austral Re emitiu cerca de R$ 900 milhões de prêmios de resseguros no ano passado, o que lhe garante a posição de quinta maior do setor. A empresa pertence à Austral Holding, que detêm ainda uma seguradora no País, com foco em riscos corporativos. O grupo administra mais de R$ 10 bilhões em ativos.
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem