O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O volume de investimentos do segmento private, que reúne os clientes milionários, alcançou R$ 1,76 trilhão, de acordo com dados da Anbima
Os investidores mais ricos ficaram um pouco mais ricos no primeiro semestre deste ano. O volume de investimentos do segmento private, que reúne os clientes milionários, cresceu 8,8% e alcançou R$ 1,76 trilhão no primeiro semestre de 2021.
Em termos porcentuais, o patrimônio investido dos ricos e ultrarricos avançou mais do que os 6,3% computados no total da base de distribuição analisada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
E como os endinheirados fizeram para ganhar mais dinheiro que a média? Entre as classes de ativos, o maior crescimento foi das ações. De dezembro a junho, o incremento do montante aplicado foi de 20,9%, fazendo com que a classe respondesse por quase um terço do total aplicado por esses investidores endinheirados no semestre.
“É a primeira vez que ações ocupam a primeira posição na carteira dos clientes do private”, disse José Ramos Rocha Neto, presidente do Fórum de Distribuição da Anbima, em entrevista coletiva online. O segmento representava 29,2% da carteira em junho. Em dezembro, era 26,3%.
Com esse aumento em ações, a fatia dos fundos multimercados, que eram queridinhos dos ricos e ultrarricos, caiu de 29,2% para 28,1%. Os fundos de previdência recuaram de 9,4% para 8,5%, e os de renda fixa, de 5,5% para 4,6%. Entre os fundos, somente a categoria ações teve um incremento na carteira desses investidores, passando de 8% para 9,6%.
Apesar da menor participação relativa dos fundos multimercados no portfólio dos ultrarricos, os fundos de investimento continuam sendo a categoria com maior volume investido no private. Considerando todos os tipos de fundos havia R$ 779,3 bilhões aplicados no segmento em junho.
Leia Também
Em meio ao ciclo de aperto monetário pelo Banco Central, os ativos de renda fixa cresceram moderadamente de dezembro para junho (1,8%).
Para Rocha, há uma tendência natural de a renda fixa voltar a ganhar alguma importância nos portfólios de investimento em razão do aumento da taxa básica de juros.
*Com Estadão Conteúdo
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã