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Uma reunião com os representantes dos três poderes está marcada para quarta-feira, mas até lá, o presidente terá que se desdobrar para agradar a todos
Se o casamento entre Jair Bolsonaro e o mercado já não foi duradouro, a lua de mel com o Centrão azedou mais rápido. A escalada de mortes em decorrência da covid-19, a gestão turbulenta do ministério da Saúde e o negacionismo do presidente fizeram os membros do Congresso se movimentarem para aumentar a pressão em torno de Bolsonaro.
As cobranças públicas dos parlamentares ficaram ainda mais evidentes após a morte do senador Major Olímpio (PLS), que ameaçaram abrir um processo de impeachment e uma CPI para investigar as ações do Planalto.
Isso fez com que o líder do Palácio do Planalto convocasse uma reunião, marcada para quarta-feira (24), com os representantes dos Três Poderes e governadores alinhados com o governo federal. O objetivo é reunir Jair Bolsonaro com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, além do procurador-geral da República, Augusto Aras.
A reunião deve revelar o tom do presidente para os próximos passos do combate à pandemia, após a quarta troca do ministro da saúde. Enquanto isso, confira as principais notícias para esta semana:
Durante o aniversário de Jair Bolsonaro ontem (21), completando 66 anos, renomados economistas assinaram uma carta aberta em que pedem medidas mais efetivas no combate à pandemia.
Nesse grupo de quase 500 pessoas, estão os ex-ministros da Fazenda Pedro Malan, Marcílio Marques Moreira, Maílson da Nóbrega e Ruben Ricupero, os ex-presidentes do Banco Central Armínio Fraga, Gustavo Loyola, Pérsio Arida, Ilan Goldfajn e Affonso Celso Pastore e ligados ao mercado financeiro, como o presidente do Credit Suisse, José Olympio Pereira, e o conselheiro do Itaú Unibanco, Pedro Moreira Salles.
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Em sua conta no Twitter, Bolsonaro exaltou as produções de vacina do Butantã e da Fiocruz, afirmando que o ministério da Saúde distribuiu 5 milhões de doses este final de semana.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que aprovará as reformas tributária e administrativa ainda este ano. Em reunião virtual com empresários, banqueiros e ex integrantes do governo Bolsonaro, ele afirmou que ambas são essenciais para o andamento da economia brasileira. “A reforma administrativa será aprovada relativamente rápido porque foi simplificada. Logo depois, entramos com a tributária, que será aprovada também”, afirmou Guedes.
Além disso, ele criticou o atual sistema tributário brasileiro, chamando de “manicômio tributário”. "Nosso sistema é tão complexo, difícil e oneroso", disse ele, em live, na noite deste domingo. "Quem tem poder econômico, prefere entrar na Justiça, pagar R$ 100, R$ 200 milhões a um bom escritório de advocacia do que R$ 2 ou R$ 3 milhões ao governo. Quem tem poder político, prefere a desoneração", disse.
As bolsas da Ásia fecharam de maneira mista na manhã desta segunda-feira (22). Elas refletiram a decisão do presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, de trocar o presidente do BC turco após uma alta na taxa básica de juros, que chegaram a 19%. Confira:
Enquanto isso, a Europa também reflete as tensões turcas, mas de olho na terceira onda de infecção por covid-19. O Velho Continente voltou a aplicar a vacina da AstraZeneca após a confirmação que o imunizante não causava trombose nos pacientes. Confira os índices europeus esta manhã, por volta das 7h42:
Por fim, os futuros de Nova York estão à espera dos comentários do presidente do Banco Central americano, o Federal Reserve, e de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE). Confira os índices futuros esta manhã, no mesmo horário:
Segunda-feira (22):
Terça-feira (23):
Quarta-feira (24):
Quinta-feira (25):
Sexta-feira (26):
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