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Renan Sousa
Renan Sousa
É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney. Twitter: @Renan_SanSousa
Aqui não!

China proíbe bancos e empresas de pagamento de oferecerem serviços em criptomoedas

O país já proibia exchanges e ICOs, mas a nova regra impede transações institucionais e que pessoas tenham bitcoins, por exemplo

Renan Sousa
Renan Sousa
18 de maio de 2021
12:55 - atualizado às 14:27
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Imagem: Shutterstock

A China anunciou que proibiu que instituições financeiras e empresas de pagamentos ofereçam serviços que envolvam transações em criptomoedas. Em comunicado, órgãos governamentais ainda alertaram os investidores sobre perigos envolvendo transações em cripto. A informação é da Reuters Internacional.

Essa notícia foi recebida com pouca novidade pelos investidores. Na prática, a China já havia proibido exchanges de criptomoeda e ofertas iniciais de moeda (ICOs, na sigla em inglês). Entretanto, essa nova regra proíbe indivíduos de possuírem criptomoedas.

Para Andre Franco, especialista em criptomoedas da Empiricus, a notícia não deve ser "nada de mais".

Apesar disso, a notícia pegou o preço do bitcoin em cheio. A principal criptomoeda do mercado derrete em quase 30% na manhã de hoje.

De acordo com o governo chinês, essas instituições financeiras não devem oferecer aos clientes nenhum serviço que envolva criptomoeda. Isso inclui registro, negociação, compensação e liquidação, como disseram três órgãos do setor em um comunicado conjunto nesta terça-feira.

"Recentemente, os preços das criptomoedas dispararam e despencaram, e o comércio especulativo voltou, prejudicando seriamente a segurança da propriedade das pessoas e perturbando a ordem econômica e financeira normal", diz o governo da China em comunicado.

Notícia velha?

De acordo com Qiao Wang, ex-empresário da Messari e que atua na DeFi Alliance, houve um pequeno "erro". A China já possuía leis contra a especulação. Essa "proibição" é resultado das últimas e sucessivas altas e baixas do mercado das criptomoedas.

Para ele, três coisas "burras" aconteceram na última hora: "1) A Reuters está escrevendo um artigo enganoso sobre a proibição da China; 2) Pessoas retuitando a Reuters e acreditando nela; 3) Dumping de mercado nas notícias da Reuters. A China não baniu a criptografia. Ela está reiterando uma lei anti-especulação de anos atrás", afirmou em sua conta no twitter.

Abrindo espaço

Para Fábio Alves Moura, da AMX, especialista em blockchain com foco em negócios e leis, isso pode ser visto de outra maneira. A China também está desenvolvendo o yuan digital, uma criptomoeda estatal.

Dessa forma, ao proibir pagamentos institucionais em bitcoins, as empresas e os bancos devem migrar para uma maior utilização do yuan digital. Isso seria uma forma de viabilizar essa criptomoeda estatal como uma "moeda internacional".

Velhos medos

O comunicado também destacou os riscos da negociação de criptomoedas, dizendo que elas "não são sustentadas pelo valor real". De fato, as criptomoedas não têm lastro e seu valor é regulado pelo mercado seguindo a lei de oferta e procura.

A semana já não vinha sendo boa para a principal criptomoeda do mercado. O preço do bitcoin caiu após Elon Musk anunciar que a Tesla deixará de receber pagamentos em criptomoedas por motivos ambientais.

Dá para "proibir" uma criptomoeda?

As criptomoedas nasceram para poderem ser usadas sem a necessidade de um Banco Central ou instituição reguladora por trás. O governo pode proibir como foi o caso da Turquia, há algum tempo.

Mas as transações entre pessoas ficam mais difíceis de serem controladas, mesmo que um pouco mais difíceis de serem feitas. "Essa proibição tende aumentar as transações P2P ("person to person", pessoa a pessoa)", como afirma Rocelo Lopes, especialista em blockchain e criptoeconomia.

Seria um problema maior, segundo ele, se houvesse uma proibição de mineração. A China ainda é o maior pool de mineração de criptomoedas (em especial, do bitcoin) do mundo.

Mas em questão de valor de mercado e preço, a Europa e os Estados Unidos ainda têm um peso muito maior.

*Colaborou com esta matéria o professor Henrique Poyatos, coordenador acadêmico da FIAP

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