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É difícil aceitar que algo pode não ter dono e ainda assim funcionar, mas esse é o caso da criptomoeda mais famosa do mundo
Mais uma vez: o bitcoin não tem dono!
Desculpe, não encare isso como uma afronta a sua inteligência, mas vez ou outra acho que os investidores se esquecem disso, ou preferem deixar o fato de lado.
Talvez porque o ferramental do mercado de ações tradicional esteja tão vivo neles, que é difícil aceitar que algo pode não ter dono e ainda assim funcionar.
Digo isso porque, mais recentemente, resolveram entregar o “controle” do bitcoin para Elon Musk e o mercado tomava qualquer coisa que o empresário falasse como se ele fosse o CEO da “Bitcoin Holding”.
Isso não faz sentido algum, ainda mais vindo de alguém que há pouco tempo passou a compor a comunidade cripto.
O bitcoin já foi taxado várias vezes como propriedade de alguns desenvolvedores e em nenhuma delas o tempo demonstrou que estavam certos.
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O caso mais emblemático ocorreu no último ciclo de alta, com o desenvolvedor Gavin Andresen.
Em agosto de 2015, ele propôs uma nova versão do software do bitcoin chamada Bitcoin XT, que propunha aumentar o tamanho do bloco do bitcoin.
Pausa para a “tecla SAP” (uma rápida explicação).
O tamanho do bloco do bitcoin é medido em megabytes e define quantas transações serão validadas em dez minutos, tempo de criação de um bloco.
A proposta de aumentar a quantidade de transações validadas nesse tempo em teoria aumentaria a velocidade das transações e favoreceria a visão original do bitcoin como dinheiro digital.
Por outro lado, expandir o tamanho do bloco e mudar o software traria riscos à rede que poderiam significar o seu fim.
Fim da pausa.
Além da proposta inicial, Gavin tinha o objetivo de levar o tamanho do bloco do bitcoin de 1 megabyte para 8.000 megabytes até 2036.
Vale pontuar que Andresen na época era o desenvolvedor mais próximo a Satoshi Nakamoto, que a essa altura já tinha desaparecido dos fóruns.
Por ter sido um dos poucos desenvolvedores que ajudou Satoshi a melhorar o bitcoin em seus primeiros dias, a comunidade dava a ele o título velado de “um dos donos”.
No entanto, mesmo com essa alcunha, Gavin não conseguiu emplacar sua visão e acabou sendo destronado pelo consenso da comunidade, que quis manter o tamanho do bloco em 1 MB.
Percebe que mesmo os membros mais antigos da comunidade não conseguem ter o controle dela ou da rede?
Esse episódio para mim representa muito bem como de fato é a essência do mercado cripto.
Nos protocolos mais bem-sucedidos, a figura do dono não é necessária. Satoshi desapareceu da comunidade há anos e, mesmo assim, o bitcoin continua funcionando ininterruptamente.
Por isso, quando vejo os investidores iniciantes jogando confete para tudo que Elon Musk fala, penso que o tempo vai provar mais uma vez que a rede não precisa de um dono
Quanto antes você aprender isso, mais rápido vai poder focar no que realmente importa: acumular bitcoins.
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