O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Xerife do mercado de capitais aprovou o QETH11, primeiro ETF de ethereum e terceiro de criptomoedas a chegar à B3
A diversificação em criptoativos está chegando com força ao mercado local. Depois do HASH11, o primeiro ETF (fundo de índice) de cripto da bolsa brasileira, e do QBTC11, ETF 100% em bitcoin, a B3 deve ganhar um novo fundo de criptomoeda.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), xerife do mercado de capitais, autorizou, na tarde de ontem (13), o lançamento do QETH11, ETF com 100% de exposição à segunda criptomoeda do mercado, o ethereum (ETH). Com a novidade, o Brasil sai na frente dos EUA e se junta ao Canadá na corrida dos ETFs de criptoativos.
Tanto o QETH11 quanto o QBTC11 são geridos pela QR Capital Asset Management. Ambos são os primeiros ETFs que acompanham o desempenho das suas respectivas criptomoedas na América Latina.
O QETH11 replica o preço do ethereum, seguindo o índice CME CF Ether Reference Rate, um dos mais amplos do mercado, desenvolvido pela administradora da bolsa de Chicago, a maior bolsa de derivativos do mundo. O ETF recebeu aprovação inicial da CVM no dia 28 de junho.
Antes de continuarmos, um convite: salve este conteúdo, compartilhe com amigos e comente sobre ele pela nossa publicação no Instagram (aproveite e nos siga por lá para acompanhar notícias sobre o mercado financeiro):
Leia Também
Ver esta publicación en Instagram
O CEO da holding QR Capital Asset Management, Fernando Carvalho, falou ao Seu Dinheiro sobre o lançamento deste novo ativo. A aposta nos fundamentos da criptomoeda segue animando os investidores e deve se refletir no seu preço nos próximos meses.
“O ethereum faz parte de uma série das chamadas ‘blockchains programáveis’. Ela já abriga os DeFis [finanças descentralizadas], e existe a projeção para novos contratos inteligentes”, comenta ele.
A escolha por ETFs de apenas um ativo é uma característica da QR Capital Asset Management. O fundo replica um índice que pega uma média de cotações de um seleto grupo de corretoras, o que garante uma estabilidade de preço.
Como os preços da criptomoeda praticados nas negociações diferem de uma exchange para a outra, o índice compõe uma média, que reflete a oferta e a demanda do mercado e amortece as fortes oscilações típicas do mundo das criptomoedas.
O ETF QETH11 será aberto para todo tipo de investidor e deve chegar à bolsa no mês de agosto.
O QBTC11 foi lançado há pouco menos de um mês e já registra um retorno de 0,66%. Já o HASH11, que foi lançado antes do crash do mercado de criptomoedas há pouco menos de três meses, teve retorno negativo de 42,99% desde o lançamento.
Além de ajudar a diversificar a carteira de criptomoedas, o ethereum é um dos projetos mais animadores para o próximo semestre. O London fork deve trazer uma atualização e melhorar as taxas de transação dentro da sua blockchain.
Por volta das 9h40 da manhã, o éter registrava queda de 1,25%, aos US$ 1.946,52. Nos últimos sete dias, o recuo na cotação da segunda moeda do mercado é de 18,61%.
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras