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A segunda principal criptomoeda do mercado supera o bitcoin na semana, mesmo após a atualização do ethereum ter colocado mineradores em espera
O ethereum (ETH), a segunda principal criptomoeda do mundo, vive seus dias de glória. Por volta das 10h, o éter avançava 3,47%, aos US$ 3.542,24 (R$18.237,61) hoje. No acumulado da semana, a alta é de 12,76%, batendo os tímidos 0,28% de valorização do bitcoin (BTC).
Pouco menos de um mês depois do “London Fork”, ou atualização EIP-1559, o ethereum passou por momentos difíceis para conseguir instaurar suas novidades. Durante o processo de melhoria do sistema, diversos mineradores se viram obrigados a desligar suas máquinas de mineração devido a um erro no sistema.
A mineração de ethereum é um pouco diferente do processo que acontece com o bitcoin (BTC), mas tem a mesma finalidade. O desligamento das máquinas dos mineradores afetou o hashrate de mineração e as taxas de transação do ETH, o que foi normalizado nas últimas semanas.
Um dos destaques da atualização é a queima de éter, o que torna a criptomoeda deflacionária. Em outras palavras, isso possibilita que o ethereum possa ser usado como uma reserva de valor, como o ouro ou o dólar, em um determinado patamar de preço.
Atingir os US$ 3.500 não foi uma tarefa fácil para o ethereum. Esse é o maior patamar em três meses e meio e ainda está um pouco longe da máxima histórica na faixa de US$ 4.100.
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Esse avanço, contudo, recebeu um empurrãozinho do mercado de artes digitais, encabeçado pelos NFTs, os tokens não fungíveis. O crescimento dos tokens de jogos, como o Axie Infinity, e as vendas de obras de arte atingiram US$ 24,58 milhões no mês de agosto.
Como não poderia deixar de ser, o bravo herói bitcoin (BTC) também tem uma atualização muito esperada para este semestre. O chamado “taproot” deve passar a valer a partir de novembro deste ano e trazer maior competitividade para a principal criptomoeda do mercado.
Enquanto isso, o bitcoin caía 0,36%, cotado a US$ 47.764,84 (R$ 245.957,00) na manhã de hoje. No acumulado dos últimos sete dias, a queda é mais discreta, de 0,10%.
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