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Bancos centrais ao redor do mundo estão de olhos bem abertos para o segmento, avaliando a possibilidade de regular um mercado em expansão
Aos adeptos das criptomoedas, o presidente do Federal Reserve (Fed) - o banco central dos Estados Unidos -, Jerome Powell, manda um recado: elas não são uma preocupação e tão pouco comprometem a estabilidade financeira neste momento.
Não é de hoje que os bancos centrais ao redor do mundo estão de olhos bem abertos para as criptomoedas, avaliando a possibilidade de regular um mercado que está se popularizando cada vez mais.
Embora estejam, em sua maioria, ocupados em conter uma inflação galopante, os principais bancos centrais globais seguem torcendo um pouco o nariz para criptomoedas como o bitcoin (BTC).
Nesta quarta-feira (15), no entanto, Powell trouxe um respiro aos amantes das criptos. “Não vejo as criptomoedas como uma preocupação para a estabilidade financeira. Minha preocupação maior é entender se as pessoas sabem ou não o que estão adquirindo. Esse sim é um fator que demanda atenção”, afirmou.
O chefão do principal banco central do mundo também falou das stablecoins (“moedas estáveis”, em tradução livre), indicando que apoia a visão de que são mais eficientes quando propriamente reguladas.
Diferentemente das criptomoedas, as stablecoins têm lastro em ativos já consolidados no mercado, como ouro e dólar. Elas foram criadas para conter a alta volatilidade das criptomoedas.
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“Podemos ter um sistema de pagamentos sistemicamente importante com as stablecoins caso não haja uma regulação adequada”, disse Powell.
“O papel do Fed é garantir um sistema seguro e estável como fazemos com o dólar”, acrescentou.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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