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Máquinas de depósito e saque, wallet do Estado e oposição: tudo explicado em uma sequência de tuítes pelo presidente salvadorenho
Pouco mais de dois meses após adotar o bitcoin (BTC) como uma das moedas oficiais do país, El Salvador passa a adotar medidas para tornar a criptomoeda mais comum entre os salvadorenhos. Hoje, o bitcoin (BTC) recua 3,89%, cotado a US$ 48.338,17 (R$ 257.891,28).
Aqui no Seu Dinheiro nós já falamos sobre os impactos de adotar uma criptomoeda como moeda oficial e o que os especialistas dizem sobre isso.
El Salvador está trabalhando junto com 50 bancos para preparar mais de 200 máquinas ATM, o “Banco 24h” mais conhecido internacionalmente. Dessa forma, será possível transformar bitcoins e outras criptomoedas em dólares dentro de um mesmo aparelho.
O presidente do país, Nayib Bukele, fez o anúncio por meio de sua conta no Twitter. Bukele não deixou de atacar a oposição salvadorenha, que acusa de estar espalhando mentiras sobre o bitcoin e outras moedas digitais para causar pânico no país.
“Todos poderão baixar um aplicativo para receber pagamentos em bitcoin ou DÓLARES [destacado por ele]. Por meio desse aplicativo, as pessoas podem receber o equivalente a US$ 30 em bitcoins para consumo. Se quiserem, façam. Se não, não façam”, comenta Nayib Bukele.
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Ao longo do fio no Twitter, o presidente salvadorenho explica os benefícios da utilização de criptomoedas ao invés de dólares. Entre eles, estão a facilidade, a ausência de grandes taxas e o novo aplicativo do governo, o Chivo.
De acordo com o presidente, a carteira utilizada para armazenar a nova moeda oficial do país se chama Chivo. A wallet de criptomoedas também é opcional, e o usuário pode transferir bitcoins ou dólares para sua carteira de preferência.
Haverá também 50 pontos de parada, chamados "Puntos Chivos", que devem atuar como centros de solução de problemas, educação sobre criptomoedas e informações sobre a wallet. A “Ley Bitcoin” deve entrar em vigor em 7 de setembro deste ano.
Pouco tempo depois da aprovação da Ley Bitcoin em julho, um grupo chamado Bloco de Resistência e Rebelião Popular exigiu a revogação da medida. “É uma lei que gera insegurança jurídica e que poderia ser usada para fraudes, facilitando a lavagem de dinheiro”, disse a ativista Idalia Zuñiga em entrevista à mídia salvadorenha.
Os manifestantes destacam que a alta volatilidade do mercado de criptomoedas pode consumir o poder de compra da população. A oposição afirma que o presidente Nayib Bukele está se valendo de uma medida eleitoreira para atrair a atenção de entidades internacionais e tirar o foco dos problemas internos do país.
Uma pesquisa recente revelou que cerca de 77% da população de El Salvador rejeita a Ley Bitcoin de Bukele. Além disso, a maioria dos comerciantes do país prefere lidar com dólares em vez de bitcoin.
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