🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Hora de jogar na defesa na bolsa: Conheça as ações que podem ajudar você a atravessar a turbulência nos mercados

Ações dos grandes bancos foram jogadas para escanteio, muito por conta do bom momento do mercado, mas agora apresentam-se como uma boa opção para confrontar a crise na bolsa

22 de outubro de 2021
5:55 - atualizado às 10:25
Logo dos bancos Bancos Bradesco, Itau, Santander, Banco do Brasil em cima de passagens de pedágio.
Imagem: Marcos Santos/Jornal da USP - Montagem Andrei Morais

Se você está lendo a coluna de hoje para saber se, depois da piora recente, eu deixei de ser um otimista com o investimento em ações e vou finalmente mandar você vender toda a sua renda variável e sugerir que guarde o dinheiro debaixo do colchão, lamento antecipar que não será desta vez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por mais que o mercado esteja caindo e o prognóstico de curto prazo pareça bastante desfavorável, esta não será a primeira – e nem a última – vez que o investimento em ações parecerá uma péssima decisão.

Nas últimas décadas, o Brasil passou por momentos até mais difíceis do que este.

Não é a primeira vez nem será a última

A hiperinflação antes do Plano Real, a crise da desvalorização da moeda em 1999, a crise financeira de 2008 e a recessão brasileira no biênio 2015/2016 foram apenas alguns dos episódios que abalaram o investimento em ações por aqui.

Mas, como o Felipe Miranda costuma dizer, diferente de alguns dos nossos vizinhos sul-americanos, não temos vocação para quebrar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sempre que o abismo se aproximou ao longo das últimas décadas, demos um jeitinho de nos afastar.

Leia Também

E mesmo passando por períodos muito difíceis, as empresas da Bolsa conseguiram sair ainda mais fortes e levaram o Ibovespa para o seu recorde histórico mesmo no meio de uma pandemia.

Fonte: Bloomberg

Depois da tempestade

Essa tendência de o Ibovespa sair mais forte das crises não é coincidência. É fruto de um fator fundamental em sua composição: ali estão as maiores e – muitas vezes – melhores companhias do país, tocadas pelas mentes mais brilhantes do mercado e com acesso facilitado ao capital.

Essas companhias até podem sofrer quando a economia está anêmica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas elas também têm muito mais capacidade de suportar a tempestade sem grandes sofrimentos, e quando chega a calmaria, elas têm à sua disposição uma terra fértil para investir e crescer já que boa parte da concorrência ficou pelo caminho.

Hora de reforçar a defesa

Vender todas as suas ações, então, não é a resposta.

Pergunte a qualquer grande investidor bem-sucedido e ele dirá para você: "compre ao som dos canhões, venda ao som dos violinos".

Mas isso também não quer dizer que é para comprar qualquer coisa agora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Momento exige cautela

O momento exige cuidado e investimento em companhias sólidas, com forte geração de caixa, elevada distribuição de dividendos, múltiplos baixos e, de preferência, um bom histórico de superação em momentos ruins no passado. É a hora de reforçar a defesa.

Uma classe de ativos que se encaixa muito bem nesse perfil é a dos bancões tradicionais. Eles passaram por todas as grandes crises e conseguiram sair sempre mais fortes (o Santander (SANB11) não é tão velho no Brasil, por isso não está no gráfico).

Fonte: Bloomberg

Mas nos últimos anos as ações do setor foram jogadas para escanteio, muito por conta do bom momento do mercado.

É isso mesmo: juros baixos e Bolsa aquecida fizeram com que inúmeras fintechs surgissem com a promessa de roubar clientes e receita dos bancões, cujas ações ficaram de lado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais do que isso: a narrativa era de que os bancos não conseguiriam se adaptar às novidades do setor e seriam engolidos pelas mentes empreendedoras e joviais das mais novas companhias do segmento financeiro.

Uma realidade diferente das expectativas

Mas a realidade tem se mostrado bem diferente do que previa a narrativa. As fintechs estão aprendendo que conceder crédito – uma atividade dominada pelos bancões – não é nada trivial. Recentemente até vimos algumas fintechs desabarem depois de notícias sobre perdas relevantes com crédito.

Com a expectativa de elevação da taxa Selic nos próximos trimestres, seja pela piora do mercado, seja pelo aumento da inflação, a atividade de crédito voltará a render ótimos frutos, especialmente para os bancões que ainda fazem isso muito bem. E, por negociarem com múltiplos bastante baixos – ao contrário das fintechs – seus valuations sofrem muito menos em caso de elevação de juros.

Além disso, ao contrário do que se imaginava, temos visto a maioria dos bancos tradicionais conseguindo se adaptar a um mundo mais digital, mais dependente de aplicativos e menos de agências e de contato físico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Santander, 33% dos novos clientes são oriundos de canais digitais. O Bradesco (BBDC4) também vem apresentando ótima evolução nas métricas de desempenho digital.

Fonte: Bradesco

O Itaú (ITUB4), mesmo reduzindo o número de agências físicas, agregou 3 milhões de correntistas na base nos últimos dois anos, sendo que 54% das contas abertas no período foram feitas de forma digital, com 86% dos pagamentos e 33% das concessões de crédito realizadas via canais digitais também.

Fonte: Itaú

O Banco do Brasil (BBAS3), mesmo sendo estatal, tem o app que é considerado o melhor do setor.

Esses são apenas alguns dos indicativos de que os bancões não pararam no tempo e que estão indo atrás de soluções que continuem satisfazendo mesmo os clientes mais modernos e que devem continuar melhorando a eficiência operacional também.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bons, baratos e com ótimos dividendos

AtivoPreço/Lucros2022Preço/Valor PatrimonialDividend Yield 2022
BBDC47,31,47,1%
ITUB48,31,75,6%
SANB118,01,77,0%
BBAS34,40,69,8%
BRSR64,30,5710,0%

Eu não vou mentir para você: mesmo que as condições macro melhorem, é improvável que alguma dessas ações triplique de valor nos próximos 12 meses.

Por outro lado, elas também vão cair muito menos do que o resto do mercado se as coisas piorarem, por causa dos seus múltiplos baixos, da resiliência de resultados e dos elevados dividendos esperados para o próximo ano, o que faz desses ativos ótimas escolhas com a finalidade de proteção e renda.

Gostamos de todos, apesar de neste momento preferir os privados por causa das eleições de 2022.

Um deles em específico está presente na carteira do PRP pela excelência de resultados históricos e também no Double Income porque, além disso, distribui ótimos dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se quiser conferir esse banco e todas as outras companhias que podem trazer uma renda adicional importantíssima enquanto a Bolsa não engrena, deixo aqui o convite para o Double Income.

Um grande abraço e até a próxima!

Ruy

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar