O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O atual ponto de preocupação do mercado financeiro brasileiro é o Orçamento de 2021. O mês de março termina hoje e, até agora, o texto ainda causa impasse e preocupação.
Ele já seguiu para a sanção presidencial, mas as questões envolvendo cortes de despesas obrigatórias, o festival de emendas parlamentares e até as possibilidades de “pedaladas” fiscais ainda provocam desconforto e não estão resolvidas.
A questão pesou na bolsa hoje, mas ainda assim o Ibovespa terminou março muito bem, com um avanço de 6% no mês.
A história do dólar foi inversa. A moeda americana viu hoje um alívio de 2,31%, em parte por uma esperança do mercado quanto ao ritmo de vacinação contra o coronavírus no país, em parte pela perspectiva de que tenhamos um aumento da Selic forte e rápido para conter a inflação, e que pode, possivelmente, valorizar a nossa moeda.
Mas no mês, o dólar terminou em alta mais uma vez, ainda que modesta, de 0,41%. A Jasmine Olga conta todos os lances do pregão de hoje na sua cobertura de mercados.
• Eu e o Vinícius Pinheiro estaremos ao vivo amanhã, ao meio-dia, no YouTube e no Facebook do Seu Dinheiro, para comentar sobre os melhores e piores investimentos do mês de março. Você pode acessar a live do balanço do mês aqui.
Leia Também
• O ano de 2020 foi bem duro para as empresas de educação e para a Cogna não foi diferente. Com um prejuízo bilionário, a companhia apresentou nesta terça o seu resultado anual. Leia mais na matéria do Ivan Ryngelblum.
• A troca no comando do Itaú Unibanco vai levar também a mudanças no conselho de administração: José Galló e Gustavo Loyola darão lugar a Maria Helena Santana e Candido Bracher, que foi presidente do banco até fevereiro.
• O brechó on-line Enjoei fez algo pouco usual entre as empresas abertas e levou a sua linguagem moderninha e descolada para o seu release de resultados, o que deve ter surpreendido muito analista por aí. Eu escrevi uma matéria sobre isso e os principais números da companhia no quarto trimestre.
• Depois de ver sua base de clientes dobrar em março deste ano, o Banco Inter inicia sua expansão global com sua extensão de shoppings e pagamento de cashback nos Estados Unidos. Veja mais na matéria do Renan Sousa.
• A Raízen, joint venture formada por Cosan e Shell, já começou a contratar bancos de investimento para fazer seu IPO na B3. A abertura de capital, uma das mais esperadas pelos investidores por conta do porte da empresa, está prevista para junho ou julho.
• A taxa de desemprego ficou em 14,2% no trimestre encerrado em janeiro, e a população de desalentados alcançou um recorde de 5,902 milhões de pessoas.
• Uma crise entre a Câmara e o Senado por verbas federais desencadeou nova negociação do Congresso com o governo para cancelar parte das emendas parlamentares que receberam a digital do relator do Orçamento, senador Márcio Bittar. Veja o desenrolar deste choque nesta matéria.
• O fato de vivermos num mundo sem inflação não significa que nunca mais veremos inflação. Para o segundo trimestre de 2021, nosso colunista Felipe Miranda recomenda um pacote de três tipos de ativos que não podem faltar na sua carteira. Recomendo a leitura!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor