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Um touro de ouro novinho em folha passou a morar do lado de fora da sede da B3, mas a figura carismática está longe de refletir o humor do mercado financeiro. O Ibovespa está bem longe dos seus dias dourados acima dos 130 mil pontos e se aproxima cada vez mais da marca dos 100 mil, com uma desvalorização de mais de 12% no ano.
Já se sabia que a PEC dos precatórios não teria vida fácil no Senado, mas a falta de um acordo político e conversas sobre mudanças no texto tornam tudo ainda mais complicado. O presidente Jair Bolsonaro também mostrou interesse em incluir um reajuste para servidores públicos no ano que vem, sobrecarregando ainda mais as contas públicas.
As expectativas para a economia brasileira seguem se deteriorando. Considerado a prévia do PIB do Banco Central, o IBC-Br divulgado pela manhã mostrou uma queda de 0,27%, em linha com o recuo de 0,30% esperado pelos analistas. Os resultados dos últimos meses também foram revisados para baixo, e os investidores começam a projetar que a recessão esperada para 2022 pode bater na nossa porta alguns meses mais cedo.
O Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, mostrou que os economistas seguem rebaixando a projeção para o PIB brasileiro. Quem não para de subir é a expectativa para a inflação em 2021, 2022 e 2023, o que cobra do BC uma postura mais agressiva para ancorar as expectativas longe do teto da meta.
Não foram só os fatores domésticos que castigaram o tourinho logo em sua estreia. A economia americana mostrou sinais de estar mais forte do que o esperado, pressionando ainda mais a situação dos países emergentes e valorizando o dólar à vista, que subiu 0,78%, a R$ 5,4997.
A expectativa era de que uma elevação dos juros americanos ficasse para para o fim de 2022, mas nos corredores do mercado já se fala em até três ajustes ao longo do ano que vem.
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O cenário, no geral, não é favorável para os países emergentes, que são mais afetados pelo aperto monetário americano, mas nossas questões domésticas são um peso extra. Sem nenhum brilho dourado, o Ibovespa encerrou a terça-feira em queda de 1,82%, aos 104.403 pontos. A inclinação da curva de juros castigou principalmente as varejistas e as empresas de tecnologia.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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