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Desde que Isaac Asimov postulou as três leis da robótica — a base do conflito de dezenas de seus contos —, a ficção explorou exaustivamente os possíveis impactos da inteligência artificial sobre a humanidade.
Na última década, até o britânico Ian McEwan, um dos maiores escritores vivos do ocidente, contribuiu para o gênero da ficção científica/política com uma história de robô no romance “Máquinas como eu”.
McEwan imaginou uma realidade alternativa em que o matemático Alan Turing vivesse tempo suficiente para fazer uma contribuição científica decisiva para o avanço ainda mais acelerado da computação, que culminaria em uma década de 1980 mais desenvolvida tecnologicamente do que o nosso ano 2021.
Nos anos 80 desse universo, o mercado acaba de lançar os primeiros robôs que emulam os humanos em absolutamente tudo — inclusive no físico. Um exemplar dessa novidade é comprada pelo protagonista, um homem que transforma sua aquisição em um trader. A história do livro, então, tem início.
Na realidade, Turing morreu em 1954, aos 41 anos, e hoje a robótica do cotidiano se resume ainda a aparelhos e algoritmos que desempenham funções específicas, inclusive no mercado financeiro.
Nesta semana, o Seu Dinheiro publicou uma matéria sobre os robôs-gestores, que são algoritmos e modelos matemáticos pré-programados para uma infinidade de cenários. O texto da Jasmine Olga responde, inclusive, se está na hora de confiar o seu dinheiro a um robô.
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Uma discussão sobre o futuro, mas que precisa ser feita agora: como a humanidade pode reduzir os impactos negativos sobre o meio ambiente. Assim como muitos assuntos, essa questão passa pelos seus investimentos.
Com os contratos futuros de unidades equivalentes de carbono negociados no Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS) subindo 187% em euros desde 2018, surgiram novas ferramentas para gerar riqueza e comercializar esse ativo.
Essas alternativas permitem que até mesmo os pequenos investidores exponham seu portfólio a esse mercado. A repórter Larissa Vitória selecionou três maneiras pelas quais pessoas físicas podem investir em crédito de carbono. Veja nesta matéria.
Quem também está de olho no futuro é a Berkshire Hathaway. O conglomerado de Warren Buffett investiu US$ 500 milhões no Nubank. Outra injeção de US$ 250 milhões foi liderada pela Sands Capital, com a participação de investidores como a Absoluto Partners e a Verde Asset Management.
Com os aportes anunciados nesta semana, o Nubank chegou a um valor de mercado de US$ 30 bilhões. O Renato Carvalho mostrou nesta reportagem o que a cifra significa para a companhia e quais são os planos da empresa.
Ontem, o Ibovespa voltou a fechar no vermelho depois de oito altas consecutivas. Mas o movimento foi visto como natural pela maior parte do mercado, depois de uma escalada do índice de quase 8 mil pontos em poucos dias.
A inflação gringa e local pautou os últimos dias e agora o mercado tem os seus olhos fixos na próxima pauta da vez: a decisão de política monetária do Banco Central e do Federal Reserve, que ocorrem na semana que vem.
Veja aqui como foi o desempenho dos mercados nesta semana e o que esperar dos ativos nos próximos dias.
Em maio, o IFIX, Índice de Fundos Imobiliários, não caminhou para o mesmo lado que o Ibovespa. Enquanto o principal índice de ações da B3 fechou o mês com ganho de 6,16%, acumulando alta de 6,05% no ano e sagrando-se o melhor investimento do mês, o IFIX caiu 1,56%, acumulando baixa de 1,87% no ano.
Os fundos imobiliários sofrem com a entrada do país em um novo ciclo de alta da taxa básica de juros, a Selic, mesmo com a perspectiva de os juros ainda se manterem num patamar historicamente baixo ao final do ano, o que não tiraria totalmente a atratividade dos FII como investimento quando comparados à renda fixa.
Mas o que esperar deste mês? A Julia Wiltgen responde e apresenta os melhores fundos imobiliários para investir em junho, segundo 10 corretoras.
O Trend ETF IFIX (XFIX11), primeiro ETF a se propor a seguir o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) da bolsa brasileira, não tem cumprido a principal função que se espera de um ETF: acompanhar o indicador de referência.
Mas como isso é possível? Vale a pena se posicionar no XFIX11? Veja as respostas nesta reportagem.
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