O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Namorado (a) traído (a) até perdoa e volta. Mas é difícil confiar 100% na fidelidade do par depois de levar um chifre…
O investidor brasileiro já foi traído pela Petrobras algumas vezes. Uma delas foi quando ela foi usada pelo governo Dilma Rousseff para “segurar” a inflação. E nem vou falar da Lava Jato...
Deixe-me refrescar sua memória. Ao contrário das outras petroleiras do mundo, no tempo de Dilma, a Petrobras não tinha autonomia para definir os preços dos combustíveis vendidos nas refinarias.
Isso significa que a empresa vendia o combustível mais barato do que deveria se estivesse no bom e velho livre mercado.
Quem abastecia o carro naquela época ganhava “desconto” e o governo segurava a inflação. Quem pagou essa conta foi o acionista da Petrobras.
Recentemente o mercado voltou a desconfiar da estatal. Será que ela vai de novo “trair o acionista” para ajudar o presidente Jair Bolsonaro a segurar o preço dos combustíveis?
Leia Também
Com razão ou sem razão, a mera desconfiança é suficiente para mexer com o preço da ação.
O colunista Ruy Hungria traz reflexões sobre o assunto na coluna de hoje e dá sua opinião se a Petrobras é ou não é uma empresa confiável.
O que você precisa saber hoje
MERCADOS
O Ibovespa fechou ontem em alta de 0,73%, aos 119.299,83 pontos, interrompendo a sequência de três quedas, embora a discussão pública entre o presidente da Câmara dos Deputados e o ministro da Economia a respeito do auxílio emergencial tenha pesado sobre os negócios. O dólar subiu 0,32%, a R$ 5,3883.
O que influencia os mercados hoje? Com o feriado do ano novo chinês e a aproximação do carnaval sem bolsa, o investidor deve ficar atento aos dados do IBC-Br e ao noticiário político. Um tema para acompanhar é o desenrolar da nova proposta de auxílio emergencial, que traz um estranhamento entre Paulo Guedes e Arthur Lira, novo presidente da Câmara.
ECONOMIA
O presidente Jair Bolsonaro disse que o governo pretende fechar até hoje uma proposta que permita a redução do PIS/Cofins sobre combustíveis. Em sua tradicional live de quinta-feira, ele aproveitou para cutucar o mercado financeiro.
Após ser cobrado publicamente pelo presidente da Câmara por uma solução para uma nova rodada de auxílio emergencial, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem que o "protocolo" para dar segurança jurídica para a retomada do benefício está pronto.
EMPRESAS
O Banco do Brasil fechou 2020 com um lucro líquido de R$ 12,7 bilhões, queda anual de 30,1%. No quarto trimestre de 2020, a instituição lucrou R$ 3,2 bilhões. O banco também divulgou projeções para 2021.
O Banco do Brasil e a Cesp anunciaram ontem à noite que irão pagar juros sobre capital próprio e dividendos aos seus acionistas. Confira as condições para receber os proventos.
A Embraer registrou queda de 35% na quantidade de aeronaves entregues em 2020, ano marcado pelo fim do acordo com a Boeing e as dificuldades impostas pela covid-19 ao mercado aéreo
Concorrente do Tinder, o Bumble estreou ontem na Nasdaq com alta de 63,5%, com a ação fechando em US$ 70,31. O aplicativo de relacionamentos levantou US$ 2,2 bilhões com a abertura de capital.
*Esse conteúdo foi publicado em primeira mão na nossa Newsletter gratuita.
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples