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Prever o futuro é uma tarefa difícil: muitas variáveis podem mudar o desfecho dessa tourada, e tudo acontece num estalar de dedo
Um certo touro que passava em frente à B3 foi tomado pela fúria: o Ibovespa, afinal, estava tingido de vermelho — e, no sobe e desce dos panos, vai caindo de maneira provocante rumo aos 100 mil pontos.
A tensão tomou conta do ar. Nosso amigo bovino está prestes a fazer uma investida; ele conseguirá uma chifrada certeira, mandando o índice aos ares, ou receberá um golpe fatal da espada das eleições?
Prever o futuro é uma tarefa difícil: muitas variáveis podem mudar o desfecho dessa tourada, e tudo acontece num estalar de dedos. Alguns olham fixados; outros preferem virar o rosto e esperar tudo passar.
Mas é bom lembrar que o investidor não é touro e nem toureiro. Sentado na arquibancada do centro de São Paulo, ele pode tomar decisões muito menos dramáticas.
O bull market já teve dias mais dourados, mas isso não quer dizer que não há mais o que fazer. É hora de ter calma e identificar as boas oportunidades da bolsa — e elas existem, por mais que o cenário adiante seja incerto.
O nosso colunista Ruy Hungria dá dicas para quem não gosta dessa coisa de lanças e sangue derramado. Ele, afinal, já acompanhou muitas corridas de touro e sabe exatamente como aproveitar o espetáculo sem se machucar — a análise completa está nesse texto.
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Boa leitura!
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