O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em uma entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, o CEO da B3 disse que ativos que estão fora desse universo, como os imóveis, podem ser “tokenizados” pela bolsa
Como seria o cardápio de um restaurante que aceita pagamento com bitcoin? O grupo de humor Porta dos Fundos fez piada com a alta volatilidade da criptomoeda em um vídeo lançado há três anos.
No esquete de humor, o restaurante vai à falência e vira um boteco. Já na vida real, quem decidiu levar a sério e comprou bitcoin na época multiplicou por dez o valor investido.
Na velocidade com que as inovações surgem, a ascensão exponencial e a elevadíssima volatilidade das criptomoedas não deveriam surpreender.
A tecnologia que viabilizou as criptomoedas costuma ser comparada à da internet. Isso significa que as aplicações possíveis provavelmente ainda estão por ser descobertas e devem ir muito além dos pagamentos.
Com suas virtudes e problemas, esse mercado aos poucos começa a ser integrado ao sistema financeiro tradicional. Aqui no Brasil, já é possível comprar bitcoins como se investe em uma ação na B3.
A dona da bolsa de valores brasileira, aliás, está de olho no potencial desse mercado, segundo Gilson Finkelsztain, CEO da B3. Em uma entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, ele disse que ativos que estão fora desse universo, como os imóveis, podem ser “tokenizados” pela bolsa.
Leia Também
O executivo se mostrou preocupado, porém, com a falta de regulação desse admirável mundo novo, e não poupou críticas às “exchanges” onde os investidores negociam criptomoedas.
Na entrevista que durou quase duas horas, Finkelsztein também falou sobre a queda de 40% das ações da B3 no ano, concorrência, taxação de dividendos e até de eleições. Leia a íntegra da minha conversa com o CEO da bolsa brasileira.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Ata do Copom e decisão de juros do Federal Reserve movimentam a bolsa hoje. Na volta do feriado, a perspectiva de votação da PEC dos precatórios deve manter a cautela dos negócios, enquanto o mercado aguarda a data para início da retirada dos estímulos monetários nos EUA.
O PLANO AGORA É OUTRO
Copom muda o plano no meio do voo e contrata mais uma alta de 1,5 ponto porcentual da Selic. Confirmação da mudança da estratégia do Banco Central consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária, divulgada hoje pela manhã; se confirmada, Selic fechará 2021 a 9,25% ao ano.
MUDANÇAS A CAMINHO
Biden diz que fará anúncios de nomeação do Fed ‘muito rapidamente’. O presidente dos EUA disse a repórteres que tem pensado nas decisões de pessoal, incluindo a possibilidade de renomear o presidente do Fed.
COMBATE À PANDEMIA
Vacina para as finanças: Pfizer (PFIZ34) mais que dobra a receita e o lucro no terceiro trimestre. As vendas do imunizante contra a Covid-19 deram sustentação ao balanço da farmacêutica, mas as outras divisões também tiveram resultados positivos.
COMPRAR OU VENDER?
Você conhece a ação da GPS? O Santander projeta alta de 45%. O banco vê uma boa projeção para a aquisição de empresas menores, além de mais vendas cruzadas entre os seus produtos.
VAI NA CANETADA?
Planalto avalia usar medida provisória para manter auxílio emergencial. Nesse cenário, a prorrogação do benefício não precisaria passar pelo Congresso; a ideia se dá em meio à possibilidade de derrota do governo na votação da PEC dos Precatórios.
CADA UMA QUE SÃO DUAS
iFood é invadido e nomes de restaurantes são trocados por ataques a Lula e vacinas. Segundo nota da empresa ao UOL, 6% dos restaurantes tiveram seus nomes trocados por mensagens de protesto.
SEU DINHEIRO + MONEY TIMES
Antes de encerrar, uma novidade. A partir desta quarta-feira, o site e a newsletter do Seu Dinheiro passam a trazer conteúdos do Money Times. A ideia é unir a cobertura ágil das informações que mexem com o mercado do MT com as notícias e as análises que mexem com o seu bolso que você já conhece no SD.
Aquele abraço e uma ótima quarta-feira!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.