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Se você, como eu, está trabalhando de casa ou em sistema de rodízio com os colegas desde que a pandemia começou, talvez esteja passando pelo mesmo desconforto que eu: a sensação de que a vida não anda e de que os dias são sempre iguais.
Para quem ficou doente, perdeu algum ente querido para o coronavírus ou trabalha na linha de frente, cuidando dos infectados, a sensação pode ser, ainda, de que as mudanças, quando ocorrem, são para pior, e de que os dias são agitados até demais.
Meu ponto aqui é que, para quem teve a rotina duramente impactada pela pandemia, talvez tenha ficado um gosto amargo na boca de que o famigerado ano de 2020 ainda não acabou, e de que, apesar de agora o mundo ter inúmeras vacinas disponíveis contra o coronavírus, a humanidade não saiu do lugar, ou até mesmo regrediu, quando o assunto é a covid-19.
Em um dia fraco de notícias capazes de “fazer preço” no mercado, as bolsas mundiais também andaram um pouco em círculos, fortemente impactadas pelo agravamento da pandemia, apesar de todo o avanço no quesito vacinação.
Na Europa, o que parece ser uma terceira onda de contágio provoca novas medidas restritivas e derruba os preços do petróleo; no Brasil, o completo descontrole da pandemia provoca pessimismo quanto à recuperação econômica e agrava o risco fiscal. Lá, como cá, o ritmo de vacinação é considerado lento.
Juntando-se esses fatores ao mau desempenho das bolsas americanas por conta de questões locais, tivemos um dia de recuo forte do Ibovespa, juros para cima e dólar praticamente no zero a zero. Confira tudo que aconteceu nos mercados hoje na matéria da Jasmine Olga.
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