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“A razão é o perfeito equilíbrio de todas as faculdades; fora daí insânia, insânia e insânia.” Quem quiser entender o que se passa no Brasil de Jair Bolsonaro pode recorrer a um clássico publicado por Machado de Assis em 1882.
O Alienista conta a história de Simão Bacamarte, o médico que decide construir um manicômio para cuidar dos loucos na vila de Itaguaí — com recursos públicos vindos da criação de um novo imposto.
A coisa começa a desandar quando o doutor começa a ver loucura em todos os comportamentos e passa a trancar boa parte da população no hospício. Instaura-se então uma revolta popular diante da falta de atitudes da Câmara de Itaguaí contra o médico.
A rebelião é liderada por um barbeiro e aspirante a político, que logo vê uma oportunidade de ascender ao poder. Machado não descreve a cor da camiseta dos manifestantes, mas sabemos que o movimento acaba com o barbeiro e o médico do mesmo lado.
Não vou aqui contar o final da história, mas se a fábula genial de Machado servir de referência para os próximos capítulos da atual crise política, podemos dizer que o Brasil vai passar por mais essa.
O problema é que até lá ainda iremos assistir a muitas reviravoltas e irracionalidade. É claro que esse nem de longe é o melhor ambiente para se colocar dinheiro em ativos de maior risco, como a bolsa de valores.
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