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Se seus rendimentos mensais como dividendos, rendimentos de fundos imobiliários, ações, aluguéis, pensão, aposentadoria forem maiores do que as despesas recorrentes, isso quer dizer que você é rico
Atingir o primeiro milhão de patrimônio investido é o sonho de muita gente que ainda não chegou lá.
É claro que saúde física e psicológica, além de um bom relacionamento com amigos e familiares são fatores que nós sempre almejamos mas que, infelizmente, muitas vezes nem todo o dinheiro do mundo pode resolver.
Todo mundo já sabe que existem vários estudos sobre a relação perversa do dinheiro com a felicidade.
Ter muito dinheiro definitivamente não vai fazer você uma pessoa mais feliz. Especialmente se o seu objetivo com a riqueza for comprar Ferraris, bolsas caríssimas ou tirar selfies em hotéis luxuosos em Dubai.
Não precisa ter muita maturidade para entender que extravagâncias desse tipo apenas mascaram outros problemas.
Isso não significa, porém, que o dinheiro não possa te ajudar a conquistar uma vida mais tranquila. Como diz o ditado: "money won’t solve all your problems, but it will solve all your money problems" (o dinheiro não resolverá todos os seus problemas, mas resolverá todos os seus problemas de dinheiro).
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Ou seja, apesar de não resolver todos os problemas, o dinheiro ajuda você a resolver os problemas relacionados ao dinheiro — que, convenhamos, não são poucos: aluguel, condomínio, financiamento, água, luz, boletos…
Segundo Scott Galloway, professor de Marketing na Universidade de Nova York e especialista nas Big Techs (Amazon, Apple, Google e Facebook), o que define se uma pessoa é rica não é o seu patrimônio ou o salário que ela ganha, mas sim se a sua renda passiva (aquela que se ganha sem trabalhar) é suficiente para cobrir todas as suas despesas.
José, que tem uma renda de R$ 50 mil por ano entre pensão e proventos recebidos por ser acionista da ótima Vaca Leiteira Hypera (HYPE3), pode não parecer rico sob o senso comum. Mas se todas as suas despesas anuais forem de apenas R$ 30 mil, ele ganha muito mais do que precisa sem trabalhar. Ele é rico segundo a definição de Galloway.
Octávio Augusto, que ganha R$ 2 milhões por ano trabalhando como se fosse um condenado em um banco de investimentos, pode até parecer rico à primeira vista.
Mas ele torra todo o salário em extravagâncias e passa cada dia da sua vida preocupado, pois se for demitido não vai conseguir pagar o carro importado, o apartamento de luxo, a casa de veraneio e vai passar de rico para caloteiro em questão de dias. Mesmo com um salário de R$ 2 milhões por ano, Octávio Augusto é um pobre que engana bem.
Ou seja, se seus rendimentos mensais como dividendos, rendimentos de fundos imobiliários, ações, aluguéis, pensão, aposentadoria forem maiores do que as despesas recorrentes, isso quer dizer que você é rico.
Não porque conquistou o privilégio de ir comprar pão numa Ferrari. Mas porque agora você consegue resolver todos os seus "money problems" sem depender de um salário a cada mês.
Sem precisar perder o sono preocupado em ser demitido e nem precisar se sujeitar a um emprego de merda para pagar as suas contas porque todo o dinheiro que você ganhar de salário será um "extra".
Eu gosto muito dessa definição do Galloway porque penso da mesma maneira. Para mim, riqueza financeira não deveria estar associada à extravagâncias como a maioria pensa, e sim à tranquilidade.
Mas quanto é preciso ter de patrimônio para conseguir uma renda passiva suficiente para cobrir meus gastos?
Supondo gastos anuais de 50 mil e um yield (retorno) anual de 5% sobre os investimentos, você precisaria de um patrimônio investido de R$ 1 milhão para conseguir arcar com suas despesas apenas com rendimentos.
Se os gastos forem de R$ 75 mil, o patrimônio deveria ser de R$ 1,5 milhão, conforme mostra a tabela abaixo:
| Patrimônio | Rendimento Anual (%) | Rendimento Anual (R$) |
| R$ 1 milhão | 5% | R$ 50 mil |
| R$ 1,5 milhão | 5% | R$ 75 mil |
| R$ 2 milhões | 5% | R$ 100 mil |
| R$ 2,5 milhões | 5% | R$ 125 mil |
(Esse yield anual de 5% é bastante conservador, principalmente porque a taxa Selic deve subir nos próximos meses. Mas mesmo esperando rendimentos bem melhores, prefiro pecar pelo conservadorismo.)
O problema é que são raros aqueles que já nascem com um patrimônio tão grande a ponto de poder "meter o foda-se" e trabalhar com que o que gostam tão cedo.
Antes de termos as nossas despesas, alguns mimos e diversões anuais cobertos por dividendos e rendimentos de ações e de títulos do Tesouro, a maioria de nós precisa ralar para juntar um patrimônio capaz de proporcionar essa sonhada tranquilidade.
Mas enquanto muita gente cresce achando que esse patrimônio é impossível de ser alcançado, saiba que ele está muito mais próximo do que imagina.
Apenas falta a elas um planejamento efetivo para seguir e alcançar esse objetivo.
Foi por isso que o Felipe Miranda criou o projeto 1 Milhão Rápido, que é um plano prático com apenas quatro módulos e um acompanhamento semanal de oportunidades.
Eu não vou mentir para você. Se você está longe do milhão atualmente, saiba que não vai chegar lá do dia para a noite. Eu estaria mentindo se dissesse que sim.
No entanto, com trabalho, disciplina e paciência, o Felipe vai te ajudar não apenas a construir um patrimônio relevante, mas também proporcionar que você fique cada vez mais perto de conquistar a tão almejada tranquilidade financeira que tanto falamos no texto de hoje.
Se quiser conhecer melhor esse plano, deixo aqui o convite.
Um grande abraço e até a próxima!
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