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Juros sobem, juros caem, juros sobem.
E assim por diante, até o fim dos tempos.
Há dor nos excessos atingidos a cada pico e a cada vale, mas há também uma lógica saudável nessas oscilações.
Aprendemos mais transitando entre altos e baixos do que se a vida fosse simplesmente uma linha reta.
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No contexto atual, por exemplo, estamos aprendendo que fluxos de caixa muito concentrados na perpetuidade podem ser um problema.
Quando os juros sobem, o valor presente de um infinito qualquer converge para muito próximo de zero. Não sobra muita coisa.
Essa é uma séria questão de valuation, sem dúvida.
Empresas até então chamadas de "disruptivas", com "puro crescimento exponencial", de repente veem suas ações caírem -40%, -60% ou -80%, graças a um ajuste simples do denominador intertemporal.
Contudo, há outra questão mais séria, pouco citada nos círculos dos financistas, e que — muito antes dos juros — coloca em xeque as concepções de negócio concentradas em fluxos de caixa futuros.
Essa última questão é: quem são os C-Levels, VPs, diretores, gerentes, analistas e estagiários que levarão a empresa à perpetuidade?
Porque sozinha ela não vai, nem a Tesla inventou autopilot para isso ainda.
Aliás, a Tesla que tem em seu fundador, Elon Musk, a prosopopeia da obstinação por trás de uma ideia maluca, a prova de que uma empresa que aposta em perpetuidade depende de pessoas igualmente perpétuas, que não desistam no meio do caminho.
Falo isso — você deve imaginar — por conta de algo que aconteceu nesta semana: o IPO do Nubank.
Alguém de fora pode se assustar com o fato de que Nubank (US$ 42 bilhões) hoje vale mais do que Itaú (US$ 38 bilhões), mas há um motivo justo para isso.
Na média, os colaboradores e sócios que trabalham no Nubank estão interessados em dedicar à empresa muitos mais anos futuros do que seus pares do Itaú.
A perpetuidade está logo ali para quem não se deixa sufocar por ela.
Você vai nadando uma piscina de 25 metros por vez, e outra, e outra, e outra, e de repente, cruzou o Canal da Mancha sem nem perceber.
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