O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Toda a discussão sobre se dinheiro compra (ou não) felicidade encontrou respaldo científico no clássico estudo de Deaton Kahneman, que virou ícone pop sintetizado na equação Happiness = USD 75K.
A partir de um nível de renda aproximado de US$ 75 mil por ano, novos acréscimos de renda implicam benefícios decrescentes sobre medidas experimentais de bem-estar individual.
Até aí tudo bem, pode encomendar sua Hering silkada.

Contudo, antes de desfilar com sua nova camiseta descolex pela Vila Madalena, saiba exatamente o que ela representa.
Cuidado com as interpretações simplistas de que mais dinheiro não traz mais felicidade.
Vamos, então, às cinco ressalvas:
Leia Também
Benefícios decrescentes são diferentes de benefícios estáveis, e ainda mais diferentes de malefícios. Jamais devemos subestimar ganhos de bem-estar, por menores que sejam.
No tocante àquilo que os psicólogos chamam de "avaliação da própria vida" — pensamentos que lhe vêm à cabeça quando você reflete sobre tudo o que conquistou desde que nasceu —, acréscimos de renda continuam produzindo benefícios significativos, mesmo muito acima dos US$ 75 mil/ano.
Não sei se você reparou, mas US$ 75 mil por ano é uma baita grana. A rigor, atualizando pela inflação desde que o estudo foi feito, estamos falando hoje de US$ 90 mil por ano. Isso equivale a uma fonte de renda de aproximadamente R$ 40 mil por mês. Com nota de corte tão elevada, poucos brasileiros poderiam argumentar que mais dinheiro não traz mais felicidade.
Para quem ainda duvida que se trata de uma baita grana, pense em termos de principal. Dentro de uma ótica de aposentadoria — supondo uma taxa de retorno recorrente da ordem de 10% ao ano (em linha com um pré longo) —, teríamos que investir R$ 5 milhões para gerar essa renda de satisfação com o bem-estar.
Outro importante corolário do estudo é o de que, se quase todo o bem-estar está lá, a preservação de uma renda de R$ 40 mil por mês vale muito. Se o sujeito ganha exatamente R$ 40 mil por mês, qualquer tropeço o machucará feio. Já se sua renda mensal é de R$ 80 mil, o grosso do bem-estar está preservado mesmo mediante cenários pessimistas.
Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?
Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje
Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje
Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente
As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar
Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora
Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]
Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana
Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo
Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado
A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo
No ritmo atual de nascimentos por ano, a população chinesa pode cair para 600 milhões em 2100 — menos da metade do número atual