🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

As techs estão tomando o lugar das commodities, mas o tempo do mercado é diferente das manchetes

14 de junho de 2021
11:06
relógio Ibovespa
O famoso compasso de espera dos mercados - Imagem: Shutterstok

Quando precisamos avançar sob condições de incerteza e temos resultados duvidosos das reformas que pretendemos implementar, a sabedoria chinesa recomenda “atravessar o rio tateando as pedras”. Há que se avançar, mas com parcimônia e cuidado, respeitando as condições materiais objetivas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Howard Marks oferece prescrição semelhante: mantenha expectativas razoáveis como investidor. Vamos devagar porque temos pressa. Acelerar demais na curva pode simplesmente expulsá-lo da pista. E aí não tem volta. Um erro grande zera o jogo. 

Os investidores com quem converso têm resposta para tudo, principalmente os recém-chegados. A famosa frase, que vejo atribuída a pessoas diferentes: as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e os idiotas estão cheios de certezas.

A economia global emite sinais de crescimento superior às expectativas anteriores. A vacinação foi antecipada em um mês em São Paulo. O PIB brasileiro deve aumentar 5,5% neste ano, talvez 6%. Ninguém esperava isso. 

Já que falamos de Howard Marks, o pensamento de primeiro nível sugeriria comprar commodities para pegar o crescimento econômico global e casos ligados à abertura doméstica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acontece que o mercado é mais rápido do que as manchetes de jornais. Em tempos de big data, supercomputadores e abordagens sistemáticas, quando algo vai para o conhecimento massificado, possivelmente já está incorporado ao preço dos ativos, muitas vezes até de maneira excessiva, dado o típico movimento de overshooting.

Leia Também

É verdade que ainda há bons nomes ligados a commodities, baratos, de ativos com qualidade e muita geração de caixa para este ano — meus favoritos são Vale, Petrobras e 3R Petroleum. Mas também é verdade que alguns movimentos de certas matérias-primas podem já ter se esgotado. O aço turco encontra dificuldades de continuar subindo, e bons analistas já identificam barreiras à valorização adicional da celulose. As especulações desta segunda-feira sugerem alívio nas regras de mistura de biocombustíveis por Joe Biden, derrubando soja e milho.

Também compartilho a visão de que há cíclicos domésticos ainda muito amassados pela pandemia, alguns deles frontalmente beneficiados pela antecipação da vacinação em São Paulo. Outros, contudo, já negociam em valuations que presumem uma recuperação longeva e consistente. 

Objetivamente, o ponto que pretendo chamar atenção hoje é que tem acontecido há uns dias uma rotação no sentido contrário lá fora, em direção às techs, em detrimento aos casos típicos da velha economia, ajustando uma dinâmica talvez exagerada dos primeiros meses do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Dow Jones caiu 0,8% na semana passada, enquanto a Nasdaq subiu 1,8%. Hoje, ao menos enquanto escrevo estas linhas, a dicotomia se estende. Os contratos futuros do primeiro cedem 0,10%, enquanto o Nasdaq Futuro sobe 0,33%. 

Depois de sair de 0,9% para beliscar o 1,80%, o yield do Treasury de dez anos se acomoda, ao menos circunstancialmente, abaixo de 1,50%, aliviando a pressão sobre os casos de crescimento e de tecnologia em particular. 

Se a inflação é mesmo transitória ou se será algo mais consistente, se o Bidenomics de fato configura um novo período de mais crescimento e mais taxas de juro, ou se logo voltaremos à dinâmica mais estrutural de baixa expansão do PIB por conta dos fatores seculares de tecnologia e demografia, haveremos de esperar para ver. Estamos em rios nunca dantes navegados, exigindo que caminhemos tateando as pedras. 

O saldo líquido parece sugerir a possibilidade de voltar a ter tech em carteira, mas com seletividade. Aqueles que estiverem em valuations convidativos e taxas de crescimento elevado sem muito consumo de caixa podem ser os vencedores.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste link, falamos um pouco mais sobre o assunto. Na dúvida, um portfólio balanceado contemplando bons nomes de commodities, alguns cases de abertura doméstica muito descontados e adequada seletividade em empresas de tecnologia pode ser uma responsa pertinente. 

Como diria Buffett, a diversificação é a arma daqueles que não sabem o que estão fazendo. O ponto é: normalmente, não sabemos mesmo. Por isso, gostamos tanto dela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Governo Trump pressiona, e quem paga a conta é a credibilidade do Federal Reserve

13 de janeiro de 2026 - 7:46

Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O agente secreto de rentabilidade entre os FIIs, a disputa entre Trump e Powell e o que mais move o seu bolso hoje

12 de janeiro de 2026 - 8:28

Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países

VISÃO 360

A carta na manga do Google na corrida da IA que ninguém viu (ainda)

11 de janeiro de 2026 - 8:00

A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação para ter no bolso com o alívio dos receios envolvendo a Venezuela, e o que esperar da bolsa hoje

9 de janeiro de 2026 - 8:27

Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores

SEXTOU COM O RUY

Venezuela e Petrobras: ainda vale a pena reservar um espaço na carteira de dividendos para PETR4?

9 de janeiro de 2026 - 6:12

No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os riscos e as oportunidades com Trump na Venezuela e Groenlândia: veja como investir hoje

8 de janeiro de 2026 - 8:24

Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: medindo a volatilidade implícita do trade eleitoral

7 de janeiro de 2026 - 19:48

O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empresas brasileiras fazem fila em Wall Street, e investidores aguardam dados dos EUA e do Brasil

7 de janeiro de 2026 - 8:25

Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Venezuela e a Doutrina Monroe 2.0: Trump cruza o Rubicão

6 de janeiro de 2026 - 9:33

As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A janela para o mundo invertido nos investimentos, e o que mais move o mercado hoje

6 de janeiro de 2026 - 8:16

Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: Notas sobre a Venezuela

5 de janeiro de 2026 - 14:01

Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação do mês, o impacto do ataque dos EUA à Venezuela no petróleo, e o que mais move os mercados hoje

5 de janeiro de 2026 - 7:58

A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity

TRILHAS DE CARREIRA

O ano novo começa onde você parou de fugir. E se você parasse de ignorar seus arrependimentos em 2026?

4 de janeiro de 2026 - 8:00

O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

FIIs de logística agitaram o ano, e mercado digere as notícias econômicas dos últimos dias

2 de janeiro de 2026 - 8:28

China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado

RETROSPECTIVA

As ações que se destacaram e as que foram um desastre na bolsa em 2025: veja o que deu certo e o que derrubou o valor dessas empresas

31 de dezembro de 2025 - 8:51

Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empreendedora já impactou 15 milhões de pessoas, mercado aguarda dados de emprego, e Trump ameaça Powell novamente

30 de dezembro de 2025 - 8:43

Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: 10 surpresas para 2026

29 de dezembro de 2025 - 20:34

A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como cada um dos maiores bancos do Brasil se saiu em 2025, e como foram os encontros de Trump com Putin e Zelensky

29 de dezembro de 2025 - 8:13

Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)

DÉCIMO ANDAR

FIIs em 2026: gatilhos, riscos e um setor em destaque

28 de dezembro de 2025 - 8:00

Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O Mirassol das criptomoedas, a volta dos mercados após o Natal e outros destaques do dia

26 de dezembro de 2025 - 9:01

Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar