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O dia guarda mais novidades da agenda corporativa, com Brasil esperando nomes como Direcional, Iguatemi, Minerva, Even, Itaúsa, Melnick e Mitre
Bom dia, pessoal!
Aqueles que gostam de acompanhar a inflação, no Brasil e no mundo, estão se preparando para uma festa nesta semana frente aos relatórios do índice de preços ao consumidor e do índice de preços ao produtor. Nos EUA, o projeto de infraestrutura bipartidário, antes previsto para a semana passada, também está progredindo em direção a uma votação no Senado nos próximos dias. Seguimos com o calendário corporativo, que apresenta sua temporada de resultados.
Aqui em nosso país, teremos continuidade dos imbróglios institucionais envolvendo o Executivo e o Judiciário, enquanto aguardamos novidades sobre a PEC dos Precatórios e da MP do Bolsa Família, além da votação da reforma do Imposto de Renda – todos esses fatores têm peso sobre o fiscal que arbitra, por sua vez, atratividade dos investimentos locais.
As Bolsas abriram mal na Europa, apesar de os ativos asiáticos terem tido um bom dia, mesmo com os temores relativos às novas restrições na China e na Austrália, devido à nova variante do coronavírus. Os futuros americanos acompanham o humor europeu.
A ver...
A semana é agitada. Em primeiro lugar, a Câmara deverá tentar votar o projeto de lei que muda o Imposto de Renda. Frente aos desafios fiscais, já pensando em 2022, o governo deverá enviar ao Congresso a PEC sobre precatórios e a MP reformulando o Bolsa Família. No Senado, porém, devemos ter a chegada do texto que trata da privatização dos Correios, aprovado pela Câmara, enquanto o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, depõe na CPI da Pandemia.
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Contudo, olhos atentos a dois fatores nos próximos dias:
Na última sexta-feira (6), a divulgação dos dados mensais de emprego nos EUA confirmou crescimento, com entrega de geração de vagas bem acima do esperado, gerando revisões positivas por parte dos economistas para os próximos meses. A economia dos EUA adicionou 943 mil folhas de pagamento não agrícolas no mês passado, frente à previsão média de 863 mil. A taxa de desemprego, por sua vez, repousa agora em 5,4%, ante 5,9% em junho.
Com as notícias, o Fed pode mudar seu discurso sobre política monetária para seu próximo encontro. Falo aqui do simpósio de verão em Jackson Hole, no qual se espera um estabelecimento de um plano para a redução da compra de títulos. Ou seja, não se trata já da decisão em si para apertar a política quantitativa, mas apenas de um plano de jogo sobre como agir nos próximos meses, em linha com o que podem fazer na Europa nas próximas semanas também. Para isso, qualquer dado de inflação nos próximos dias ganhará relevância adicional.
Não se fala de outra coisa nas rodas ambientalistas. Atendendo a uma promessa de campanha, o presidente dos EUA, Joe Biden, colocou no papel que, até 2030, metade dos carros novos vendidos nos Estados Unidos deve ser totalmente elétrica, híbrida ou movida a hidrogênio. Pelo menos, em uma demonstração de solidariedade à Casa Branca, as montadoras se comprometeram a fazer vendas de veículos elétricos de 40% a 50% do total até 2030, desde que o governo as ajude com incentivos ao consumidor e estabelecendo uma rede de recarga em todo o país.
Contudo, pode não ser tão simples assim, uma vez que a produção de veículos elétricos requer investimentos relevantes. Estima-se que, no total, o setor vai gastar US$ 330 bilhões em eletrificação até 2025, de modo a atender a demanda de Biden.
Hoje, os carros elétricos representam atualmente apenas algo entre 2% e 4% das vendas de automóveis novos nos Estados Unidos, em comparação com 6% na China e 10% na Europa – por lá, a União Europeia proibiu as vendas de novos veículos movidos a gás até 2035. Com o movimento, a meta de Biden é cortar as emissões em 50% abaixo dos níveis de 2005 até o final da década, e para isso ele está visando o transporte, sendo a indústria responsável por 29% de todas as emissões dos EUA.
O dia guarda mais novidades da agenda corporativa, com Brasil esperando nomes como Direcional, Iguatemi, Minerva, Even, Itaúsa, Melnick e Mitre – note como a segunda-feira (9) promete para as incorporadoras. Também teremos alguns indicadores de inflação um pouco mais secundários, mas ainda relevantes, como o IGP-DI de julho e o IPC-S da primeira quadrissemana de agosto. Boletim Focus e Balança Comercial Semanal também marcam presença.
Lá fora, nos EUA, atenção para falas dos membros do Federal Reserve, que podem atrair a atenção dos investidores. Começamos com o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, que participa de evento do The Prosperity Partnership, e seguimos para a fala do presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, que participa de evento da Câmara Regional de Roanoke. Novidades nas falas dos dois poderão trazer volatilidade para a Bolsa.
As Olimpíadas de verão acabaram. Curioso como a discussão sobre o benefício econômico de sediar os Jogos Olímpicos tende a se concentrar em uma conta simplista de lucros e perdas. Em outras palavras, o sucesso econômico é visto como as vendas de ingressos e o turismo adicional menos o custo da infraestrutura. Se fosse apenas por este aspecto, os Jogos do Japão teriam sido um grande fracasso. Na verdade, esse cálculo é provavelmente a parte menos importante da economia das Olimpíadas.
Os gastos com infraestrutura olímpica ocorrem ao longo de vários anos. O impacto econômico disso não é particularmente perceptível nos dados nacionais. Ainda, os benefícios econômicos de sediar as Olimpíadas vêm do fato de os Jogos serem um evento de mídia massiva. Durante algumas semanas, bilhões de pessoas em todo o mundo concentram suas atenções no país anfitrião. Esse é um nível de exposição publicitária quase impossível de ser alcançado de outra forma.
Se os Jogos forem um sucesso, a publicidade pode estimular o turismo nos próximos anos, bem como pode ajudar a atrair investimentos. Jogos mal organizados ou atingidos por escândalos podem dissuadir turistas e investidores e causar danos econômicos a longo prazo. Teria sido este último o caso do Brasil?
Em 2021, estamos vendo o agronegócio ganhar ainda mais presença na Bolsa brasileira.
Tivemos recentemente os IPOs de 3Tentos e Raízen, que movimentaram o mercado e, felizmente, conseguimos ser alocados nos dois, por meio do nosso fundo Vitreo Agro.
Estamos aqui, hoje, para avisar você que temos em nosso radar a possibilidade de participar do IPO da Agribrasil (GRAO3).
Vemos muito potencial de valorização para Agribrasil, que é uma empresa com margens pequenas, por enquanto, mas muito estáveis.
Ela ainda possui projetos de fusões e aquisições que são fatores interessantes para o negócio continuar crescendo.
O Brasil é um grande exportador de commodities, e a empresa Agribrasil, está diretamente ligada na parte de originação.
Para ocorrer a entrega ampla de mercadorias no exterior, a Agribrasil atua nos principais corredores de exportação nacionais. Estão entre eles os portos de Santos, Paranaguá, São Francisco do Sul, Miritituba, Barcarena, Ilhéus e Santana.
Para
o fundo Vitreo Agro, faz muito sentido tentar participar
deste IPO, e quem pode se beneficiar diretamente com o nosso fundo, é especialmente você!
Você não vai encontrar no Brasil uma carteira tão diversificada e voltada exclusivamente para o agronegócio, como é a carteira do nosso Vitreo Agro.
Entretanto...
Para você ter a chance de participar deste IPO da Agribrasil, recomendo que você faça o seu investimento HOJE mesmo.
Não deixe para a última hora!
Essa chance de participar do IPO se encerrará AMANHÃ (10), às 15h59.
Clique no link abaixo e deixe o agronegócio trabalhar em prol da possível multiplicação do seu dinheiro.
Atenção:
Um abraço,
Jojo Wachsmann
Por falar em ações, o Victor Aguiar preparou uma análise completa de empresas promissoras para ter na sua carteira; confira no vídeo abaixo:
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
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