O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco Central está subindo a taxa básica de juros a quatro reuniões; a autoridade monetária já contratou mais um ajuste; entenda as razões e como ela afeta sua vida
A taxa básica de juros, a Selic, chegou a 5,25% ao ano. A decisão foi anunciada pelo Comitê de Política Monetária, do Banco Central, nesta quarta-feira (4).
A elevação dos juros em um ponto percentual já era esperada pelo mercado. O Copom já havia elevado a taxa básica três vezes seguidas, antes do anúncio de quarta.
O Banco Central reduziu a taxa básica de juros em meio a uma desaceleração da economia — movimento que foi intensificado com a chegada da Covid-19 no ano passado.
A ideia é que, ao reduziu a Selic, o Banco Central reduz o custo do dinheiro e estimula a tomada de crédito e o consumo.
No entanto, nos últimos meses a autoridade monetária e o mercado começaram a enxergar a recuperação da atividade econômica, diante do avanço da campanha de vacinação, embora 14,7% da população esteja desempregada.
O BC comentou que vê uma recuperação "robusta do crescimento econômico ao longo do segundo semestre".
Leia Também
O PIB do Brasil cresceu 1,2% no 1º trimestre, número que foi acima do esperado e levou a uma onda de revisões de projeção de crescimento para este ano.
A retomada ainda que capenga da economia impulsiona os preços. Alguns setores mais ligados a tecnologia, inclusive, têm a cadeia de suprimentos desorganizadas por causa da pandemia - o que ainda deve persistir ao menos no próximo ano.
Mas o Banco Central olha neste momento para um segmento em específico: o da inflação consumidor - ou seja, o conjunto de preços de bens e serviços que fazem parte de despesas habituais das famílias brasileiras.
Para o Copom, a inflação ao consumidor, continua "se revelando persistente". "Os últimos indicadores divulgados mostram composição mais desfavorável", disse a autoridade monetária.
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,92% na quarta quadrissemana de julho, acumulando alta de 8,76% nos últimos 12 meses, segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), divulgados no último dia 8.
Há ainda outros componentes, no cruzo prazo, no radar do Banco Central ao tomar a decisão sobre Selic. A autoridade monetária lembra de uma possível elevação do adicional da bandeira tarifária e os novos aumentos nos preços de alimentos. "
Com a crise hídrica, há uma consulta pública para decidir se a taxa da bandeira vermelha 2 da conta de luz continuará em R$ 9,49 por 100 kWh ou se aumentará para R$ 11,5 por cada 100 kWh.
A energia elétrica puxa a inflação no grupo "habitação" - o mais relevante entre os dados divulgados pelo IBGE.
Nesse mesmo grupo, a alimentação no domicílio passou de 0,23% em maio para 0,33% em junho, puxada pelas carnes (1,32%), que subiram pelo quinto mês consecutivo e acumulam alta de 38,17% em 12 meses.
O aumento dos preços em alimentação é explicado pela mudança de consumo do brasileiro, que passou a comer mais em casa, aumento da demanda internacional e desvalorização cambial.
Como já mencionado, o BC mexe na taxa básica de juros para influenciar na inflação e suas expectativas. A decisão do Copom leva cerca de nove meses para ter um efeito prático na economia.
Hoje o Copom considera o calendário de 2022 e, em menor grau, o de 2023. Mas o que ele leva em conta? Basicamente, as metas de inflação.
O centro da meta para o índice no próximo ano é de 3,5%, com tolerância de 2% a 5%, conforme definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), o órgão superior do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
Mas as projeções do mercado, segundo o boletim Focus, apontam avanço do IPCA (a inflação oficial) para 3,81% em 2022, enquanto considerando os últimos 12 meses os preços já sobem 8,35% - mas nos próximos 12 meses a alta seria de 4,47%, de acordo com as estimativas do mercado.
O aumento da taxa básica de juros gera as seguintes consequências para a economia:
As aplicações financeiras cuja remuneração é atrelada à Selic ou à taxa DI - taxa de juros que costuma acompanhar a taxa básica - podem ainda ter alguma dificuldade de vencer a inflação, em razão de taxas, spread entre preços de compra e venda e/ou imposto de renda, por exemplo.
Ainda assim, com a continuidade esperada para o ciclo de alta dos juros, a tendência é que o retorno dessas aplicações siga crescendo, enquanto a inflação vá sendo controlada.
Assim, os investimentos conservadores estão voltando a ter rentabilidades atrativas, aumentando sua probabilidade de ganhar da inflação e preservar o poder de compra do investidor.
É o caso do Tesouro Selic (LFT), da caderneta de poupança, dos fundos DI e de títulos bancários, como os CDB, LCI e LCA pós-fixados. Saiba nesta matéria como ficam os seus investimentos em renda fixa com a Selic em 5,25% ao ano.
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado
Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica
Álbum da Copa de 2026 será a edição mais cara; economista dá dicas de como prepara o bolso para a coleção
O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026
Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres
Com aumento do valor de referência do Gás do Povo, governo brasileiro tenta mitigar efeitos da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã
Sequência de filme que marcou a cultura pop nas última décadas, ‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros nesta semana; confira quem é a Miranda Priestly na ‘vida real’
Há espaço para aceleração dos cortes da Selic no segundo semestre, mas por ora Copom deve continuar com a mesma cautela, diz Rafaela Vitória