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Assuntos como finanças descentralizadas (DeFi) ainda são majoritariamente entendidos apenas por pessoas do meio, o público geral ainda está no caminho de compreender NFTs
Não deve ser segredo para você que estou fora do Brasil e que vim para Portugal para duas conferências, a Web Summit e a Breakpoint.
A intenção, no geral, era refrescar a cabeça com novas ideias e, quem sabe, sair daqui com alguma visão macro diferente das que tenho.
Para isso, é preciso buscar ativamente.
Uma coisa que aprendi depois de alguns anos indo a eventos do mercado cripto é que as verdadeiras conversas, aquelas que realmente significam algo, acontecem fora do palco principal.
Minha percepção é que esses eventos são só um bom motivo para as melhores cabeças estarem no mesmo lugar.
As palestras e os debates no palco principal são secundários frente ao que podemos descobrir conversando com os participantes ou com os palestrantes fora do palco.
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Na Web Summit, devido à repercussão do rebranding do Facebook para Meta, não se falou de outra coisa nos palcos que não fosse metaverso e tokens não fungíveis (NFTs).
Por outro lado, nos estandes das startups, o tema cripto ainda era escasso e pouco tangível para aqueles que estão fora desse ecossistema.
Assuntos como finanças descentralizadas (DeFi) e Web3 ainda são majoritariamente entendidos apenas por pessoas do meio, o público geral ainda está no caminho de compreender NFTs.
Por isso, volto a afirmar: ainda estamos bem no começo do desenvolvimento de NFTs e as oportunidades ainda estão na mesa.
Gamecoins ainda são a grande oportunidade para o curto prazo, mas outras tendências já começam a emergir como oportunidades satélites.
As guildas profissionais de jogos, por si só, também são uma oportunidade de negócio e ainda são relativamente escassas.
Para finalizar, acredito que vários de nós, em breve, trabalharemos para protocolos e tomaremos decisões em conjunto por meio deles.
Pode parecer estranho à primeira vista, mas os produtores de conteúdo hoje em dia, direta e indiretamente, trabalham para plataformas como Meta e YouTube.
Trabalhar para protocolos é apenas uma evolução natural e mais justa da relação de trabalho.
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