O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora muitos falem em uma mudança de ventos, as commodities seguem dominando as preferências, mas os analistas também buscam as empresas prontas para a retomada. Confira todas as indicações
É bem provável que quando falamos em retomada econômica, a primeira coisa que vem à sua cabeça são shoppings lotados, bares e restaurantes cheios de conversas e risadas e aeroportos congestionados de gente querendo tirar o atraso do ano que passou presa em casa.
Essas de fato devem ser imagens que farão parte das nossas vidas em breve, quando a vacinação da população adulta contra o coronavírus atingir pelo menos 70%, e o mercado financeiro está de olho nisso.
É por isso que as chamadas “ações da retomada” estão em todo o lugar e os investidores estão ávidos por detectar aquelas que apresentam o maior potencial de valorização.
Varejo de moda, administradoras de shoppings e o setor bancário são só alguns dos que despontam entre os favoritos. Entre as principais indicações das corretoras para o mês de julho, no entanto, outro “setor da retomada” se destacou. O de logística.
Ao contrário do que acontece no exterior, o setor de logística é altamente fragmentado no Brasil, o que, na visão dos analistas, significa espaço para crescer - e tem empresa com o caixa em ponto de bala para isso.
Além disso, a pandemia não provocou uma mudança somente em como enxergamos nossas casas - que viraram escritórios, lazer e descanso -, mas também nos veículos e meios de locomoção.
Leia Também
Para os analistas, a empresa que está preparada para capturar essas oportunidades e conta com um belo desconto é a Simpar (SIMH3), a holding que controla nomes mais conhecidos como a JSL (JSLG3), a Vamos (VAMO3) e a Movida (MOVI3). A companhia foi uma das mais citadas no mês, com três indicações, e acumula um retorno de mais de 60% só em 2021
Mas o pódio do mês não é feito somente de novidades. O tradicional setor de commodities, motor da bolsa brasileira, acabou fazendo uma dobradinha.
A primeira posição ficou mais uma vez com as ações da Vale (VALE3), com cinco indicações, seguidas pela Petrobras (PETR4), que empatou na segunda posição com a Simpar.
Além das três companhias destacadas, vale mencionar as outras empresas que tiveram mais de uma indicação cada. São elas BR Distribuidora (BRDT3), PetroRio (PRIO3) e Itaú Unibanco (ITUB4). Confira a tabela completa:

Entendendo a Ação do Mês: todos os meses o Seu Dinheiro Premium consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são suas apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 ações, os analistas indicam as suas três prediletas. Com o ranking nas mãos, selecionamos as que contaram com pelo menos duas indicações.
Antes de continuar, um convite: guarde e compartilhe este conteúdo pelo nosso post do Instagram e aproveite para nos seguir na rede social (neste link):
Enquanto a Simpar aparece como novidade, essa aqui é figurinha carimbada.
No último ano, a alta alucinante do minério de ferro consolidou a Vale como a grande queridinha do mercado. Definitivamente a companhia não teve do que reclamar nesse um ano em que ela reinou quase que absoluta entre as indicações das corretoras.
Além do avanço do preço da commodity, uma gestão mais eficiente e a alta demanda (principalmente da China) elevaram a mineradora aos céus.
O impulso desenfreado do minério de ferro parece próximo do fim. O governo chinês tem sido vocal na tentativa de limitar movimentos especulativos que poderiam estar por trás do patamar de US$ 230 alcançado pela commodity.
Mas isso não significa que o encanto do mercado com a mineradora esteja longe do fim. Para julho, a Vale aparece mais uma vez como a indicada por cinco instituições - Necton, modalmais, Quantitas, Guide Investimentos e Elite Investimentos.
Os analistas enxergam que a companhia ainda está confortável, mesmo que a commodity atinja níveis mais baixos. Para a Necton, mesmo que o minério de ferro sofra uma correção na casa dos 40%, indo a cerca de US$ 130 por tonelada, a Vale ainda estaria sendo negociada a 3,1x EV/EBITDA, múltiplo que a corretora considera “excessivamente descontado”.
Esse pode ser um ponto negativo, mas a Guide aponta que o trabalho da gestão atual no controle de custos e na contínua redução de capex e endividamento seguem criando um cenário favorável.
Além das questões operacionais, a Vale trabalha para cada vez mais se alinhar com o discurso ESG, que preza pelas boas práticas ambientais, sociais e de governança.
Os analistas da Necton apontam que a mineradora tem tido sucesso em abordar as principais preocupações dos acionistas nos últimos meses e que trabalha para reduzir a percepção de risco com relação ao ESG, mas o trabalho completo ainda deve levar algum tempo.
O que anda fazendo mesmo os olhos dos acionistas brilharem é a projeção de dividendos bilionários nos próximos meses, e nem mesmo a proposta de tributação de dividendos azeda o potencial. A empresa informou neste mês que distribuirá cerca de R$ 2,189670064 por ação em dividendos aos seus acionistas.
”Vemos o movimento com bons olhos por ser uma primeira sinalização de um forte pagamento de proventos que deve ocorrer ao longo do ano” - Guide
A relação do mercado financeiro com a Petrobras andou estremecida por um tempo. Por mais que a companhia pudesse estar vivendo um bom momento com relação ao seu ritmo de produção e à alta do petróleo, o risco político passou a pesar ainda mais sobre a estatal.
Mas desde que o indicado do governo ao comando da estatal, Joaquim Silva e Luna, assumiu, o executivo tem se esforçado em reconquistar a confiança do mercado.
Neste mês, as ações preferenciais da Petrobras foram indicadas por três instituições - modalmais, Warren Investimentos e Toro Investimentos.
Para Stefany Oliveira, analista da Toro Investimentos, as incertezas do cenário político nacional fizeram com que o papel ficasse com múltiplos muito descontados quando comparados com o de outros players do mercado internacional, o que transformou o momento atual em um bom ponto de entrada.
A retomada econômica em curso também aumenta a perspectiva positiva para a demanda de petróleo e derivados, o que deve se refletir também nos papéis.
Um ponto que é preciso deixar no radar é a possível queda de braço entre Emirados Árabes e Arábia Saudita e que pode levar a uma nova guerra de preços.
A reunião da Organização dos países produtores de petróleo e aliados (Opep+) foi adiada sem que se chegasse a um consenso sobre o aumento da produção. Esse é um evento que pode mexer com as cotações do barril.
As ações da Simpar já subiram mais de 60% em 2021, mas com a retomada econômica batendo na porta e um plano de crescimento que faz os olhos dos investidores brilharem, a holding que controla a JSL, Movida e Vamos pode ir além. A última até mesmo recebeu uma indicação neste mês;
E por isso foram indicadas por três instituições - Ágora Investimentos, Elite Investimentos e Órama Investimentos. A Ágora aponta um potencial de alta de 36% para os papéis, a R$ 81.
As casas destacam com otimismo o atual modelo de gestão da empresa, ressaltando o compromisso com a criação de valor de forma sustentável para acionistas, clientes e sociedade.
A Simpar tem um plano de crescimento considerado ousado para os próximos cinco anos. A empresa quer dobrar ou triplicar a frota da Movida, aumentar em seis vezes a frota da Vamos e gerar o triplo de receita na JSL.
Para os analistas da Ágora Investimentos, a empresa tem trabalhado nos fundamentos que permitem com que ela acelere e alie crescimento com lucratividade, mantendo um retorno sobre capital investido consolidado na casa dos dois dígitos e reduzindo a alavancagem.
Como o setor de logística é considerado altamente fragmentado, os analistas observam um grande potencial de crescimento para a Simpar, que já promete ir às compras e conta com uma extensa lista de possíveis fusões e aquisições. Só nos últimos meses a JSL já comprou a Transportes Marvel e a Tegma.
A forma como a holding administra suas controladas tem sido satisfatória para o mercado, com todas elas apresentando resultados consistentes - e com a expectativa de mais.
No combo compre uma leve três, a Órama destaca a Movida, que, segundo os analistas da casa, segue descontada quando comparada a outros players do setor e ainda tem espaço para crescer com as mudanças provocadas pela pandemia.
A Elite Investimentos aponta que o clássico “desconto de holding” também afeta a Simpar, que é negociada a um valor menor do que a soma do valor de mercado de suas controladas.
O primeiro semestre ficou marcado por uma alta de 6% na bolsa brasileira e pela marca dos 130 mil pontos, atingidos pela primeira vez no último mês. Mas, no mês de junho, o Ibovespa pouco andou, fechando o período com leve alta de 0,46%.
Entre as campeãs de indicação no mês passado, a Petrobras (PETR4) foi a que teve o melhor desempenho, com uma alta de 11,36%. Já o Itaú Unibanco e a Vale fecharam junho no vermelho, com recuos de 0,93% e 1,31%, respectivamente.

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo