🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

De olho na bolsa

Esquenta dos mercados: acordo para aumento do teto da dívida nos EUA deve movimentar bolsas hoje e cenário doméstico olha Campos Neto e Orçamento

O teto de gastos no Brasil segue em cheque, enquanto o investidor olha as falas de Roberto Campos Neto em evento hoje

Renan Sousa
Renan Sousa
7 de outubro de 2021
7:56 - atualizado às 8:05
controle de gastos fica no radar
Imagem: Pixabay

Nos últimos dias, a bolsa brasileira viveu dias de alta volatilidade, com um cenário externo nada favorável e um doméstico difícil de digerir. O exterior olha o acordo para elevação do teto da dívida dos Estados Unidos com bons olhos, enquanto por aqui o Orçamento entra na pauta do dia. A melhora do sentimento no exterior e o afastamento da possibilidade de um calote nos EUA animou as bolsas por lá e fez o Ibovespa se salvar mais um dia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Ibovespa chegou a cair 2% no pregão da última quarta-feira (06), mas inverteu o sinal e encerrou em leve alta de 0,06%, aos 110.559 pontos. O dólar à vista fechou em alta de 0,02%, a R$ 5,4861, mas longe da máxima de R$ 5,53.

Os desdobramentos sobre o teto da dívida dos EUA devem seguir movimentando as bolsas pelo mundo. O acordo deve aumentar o limite dos gastos até dezembro, mas uma condição imposta pelo partido republicano, oposição ao governo Joe Biden, desagradou os democratas, que estão com “a corda no pescoço”. 

Enquanto isso, no Brasil o dia não conta com maiores indicadores, mas debates sobre a PEC dos precatórios e o Orçamento para 2022 colocam o teto de gastos de volta no xadrez da bolsa. O Presidente do BC, Roberto Campos Neto, participa de painel em evento do BIS sobre regulação de big techs ainda hoje.

Confira o que movimenta os negócios hoje:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Teto de gastos e o Congresso

A equipe econômica deve ser destaque no dia de hoje, com constantes ameaças ao teto de gastos que aconteceram nos últimos dias. A tentativa do governo federal de aprovar um vale-gás juntamente com novas rodadas do auxílio-emergencial deve ser motivo de atenção nos próximos dias. 

Leia Também

Hoje, a Comissão Mista de Orçamento do Congresso deve receber Bruno Funchal, Secretário especial do Tesouro e Orçamento, para debater o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2022. Além disso, a Comissão especial da Câmara deve ouvir o deputado e relator Bruno Motta sobre a PEC dos precatórios, também nesta quinta-feira (07)

Os especialistas do mercado temem que a costura de acordos para abrir espaço no Orçamento possa comprometer as contas no longo prazo, como a PEC dos precatórios, que deve propor o parcelamento das dívidas do governo com o judiciário. 

Somado a isso, a possibilidade de o governo propor um “pacote de bondades”, uma série de medidas de caráter populista, também ameaça o teto de gastos e qualquer espaço dentro do Orçamento deve servir para o pagamento desse pacote.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo atrela esse aumento de gastos à reforma do Imposto de Renda, que ainda não foi aprovada no Congresso. Essas medidas devem ser aprovadas até o final deste ano para passarem a valer antes da eleição de 2022

À deriva

Sem maiores indicadores pela frente, a bolsa brasileira deve seguir o exterior, que opera majoritariamente positivo pela manhã. Os indicadores econômicos dos EUA podem ajudar na recuperação de hoje. 

De olho no horizonte e na sexta-feira (08), os dados de inflação, medidos pelo IPCA, podem aumentar a cautela ao longo do dia e limitar os ganhos do Ibovespa

O teto da dívida dos EUA

Não é só o Brasil que vive problemas fiscais. Nos Estados Unidos, o teto da dívida norte-americana ameaça um apagão dos serviços públicos, com a possibilidade de não pagamento de salário aos servidores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O partido democrata deve aceitar uma proposta de um senador republicano para elevar o teto da dívida até dezembro, o que pode manter as atividades funcionando até lá. Entretanto, o senador republicano deve usar o mecanismo de reconciliação, que pode aprovar a proposta apenas com votos democratas. Esse foi o mesmo sistema que votou a conta de US$ 1,9 trilhão em estímulos para a economia durante a pior fase da pandemia. 

Os democratas se opõem a essa proposta porque seria uma maneira de o partido republicano “lavar as mãos” contra o aumento de gastos do governo Joe Biden e colocar uma possível crise econômica na conta do presidente americano. Os desdobramentos desse debate político devem movimentar os negócios nos próximos dias. 

Emprego lá fora e outros destaques

O relatório ADP de empregos privados, divulgado ontem (06), trouxe uma criação de vagas maior do que o esperado pelos especialistas. No pregão de hoje, os pedidos de auxílio-desemprego devem refletir esse aumento e, no último dia da semana, o payroll deve finalmente dar um panorama mais bem definido do emprego nos Estados Unidos. 

Os números do desemprego são utilizados pelo Federal Reserve para decidir sobre a política de retirada de estímulos, movimento conhecido como tapering. Se os dados vierem positivos ou melhores do que o esperado, é possível que o tapering comece ainda em novembro, como declarado pelo BC americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caso contrário, os investidores devem ficar ainda mais atentos à reunião do Federal Reserve, em novembro deste ano. 

Bolsas pelo mundo

Os índices asiáticos enfrentam uma baixa liquidez nos mercados sem a China, o que fez as principais praças encerrarem o pregão de hoje no vermelho. O anúncio na tarde de ontem sobre um acordo para o teto da dívida norte-americana piorou o sentimento do mercado. 

Na Europa, as bolsas tentam recuperar as perdas do pregão anterior, de olho em dados regionais de produção industrial alemã e na reunião de dirigentes do BCE.

Por fim, os futuros de Nova York seguem o mesmo caminho e apontam para uma abertura de ganhos nesta quinta-feira (07), com debates envolvendo o teto da dívida pressionando os índices. 

Agenda do dia

  • Banco Central: Presidente do BC, Roberto Campos Neto, participa de painel em evento do BIS sobre regulação de big techs, evento aberto à imprensa (8h20)
  • Congresso Nacional: Comissão mista de Orçamento recebe o Secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, para debater o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2022 (9h)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (9h30)
  • Congresso Nacional: Reunião da Comissão Especial da Câmara para debate com deputado Hugo Motta sobre a PEC dos precatórios (10h)
  • Ministério da Economia: Diretor de Política Monetária, Bruno Serra Fernandes, participa de live organizada pelo BTG Pactual, sobre conjuntura econômica, evento aberto à imprensa (11h)
  • Estados Unidos: Crédito ao consumidor em agosto (16h)
  • China: PMI composto de setembro e PMI de serviços (22h45)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar