O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os dados de emprego dos Estados Unidos devem calibrar as apostas de retirada de estímulos, enquanto o Brasil vive sua própria história
A tão esperada sexta-feira (03) chegou. Mas os olhos não estão voltados para o final de semana e sim para os dados do payroll, a folha de pagamento dos Estados Unidos, o indicador mais esperado da semana. No radar das bolsas, estão a divulgação de índices de atividade econômica e o Brasil… Bom, vive sua própria história. Confira:
E hoje é dia de payroll nos Estados Unidos, o dado mais esperado da semana pelos investidores de todo o mundo. A expectativa é de que sejam criadas 750 mil vagas e a taxa de desemprego caia para 5,2%, de acordo com projeções do The New York Times. O dado, entretanto, veio menor do que o esperado.
O Federal Reserve deve focar nesses dados para decidir com mais firmeza sobre a retirada de estímulos da economia norte-americana, o chamado tapering. Essa injeção de dinheiro no mercado tem feito os preços subirem e pressionado a curva de juros, com pouco impacto no emprego.
Alguns analistas locais afirmam que os auxílios oferecidos pelo governo ao longo da pandemia acabaram mantendo a taxa de desemprego alta. Os norte-americanos estariam buscando melhores condições de trabalho enquanto recebiam os cheques, que chegam ao valor de US$ 2 mil na média.
Além disso, o exterior digere uma série de dados do índice do gerente de compras (PMI, em inglês), com destaque especial para a China. É a primeira vez em mais de um ano que o indicador aponta para uma retração, abaixo dos 50 pontos.
O PMI serve como um medidor de atividade econômica, sendo que a linha dos 50 pontos é um divisor de águas: acima dela ocorre a expansão das atividades e a baixo, retração.
Leia Também
De maneira semelhante, na Europa os indicadores vieram acima da linha dos 50 pontos, mas abaixo do esperado pelo mercado. Somado a isso, as vendas do varejo locais também decepcionaram.
O pregão de hoje deve ser marcado pela expectativa com o payroll, após uma sequência de dados do emprego nos últimos dias acima do esperado. No radar, ficam os números do PMI dos EUA e o discurso de Christine Lagarde, presidente do BCE, no Congresso Conservação Global.
O pessimismo com o pregão de ontem foi generalizado e fez o principal índice da B3 fechar em forte queda 2,28%, aos 116.677 pontos. O dólar reduziu as perdas durante o pregão e encerrou o dia em leve baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,1832.
A reforma tributária pegou os investidores de surpresa, com acordos costurados por Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, às pressas. A indefinição de pontos importantes da proposta desagradou boa parte dos investidores e fez as ações de empresas boas pagadoras de dividendos caírem.
Os investidores brasileiros devem ajustar suas carteiras para uma posição mais defensiva durante o final de semana. O Brasil, sendo essa caixa de Pandora — digo,— de surpresas, a qualquer momento pode trazer uma novidade.
A reforma ainda deve passar pelo Senado Federal e sofrer algumas alterações. Apesar do tom mais amigável, o presidente da Casa, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-AL), já se colocou contra alguns pontos do projeto.
A fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em um evento do Broadcast deve ser destaque para o pregão de hoje. O ministro da Economia, Paulo Guedes, deve discursar no mesmo evento, mais tarde.
No campo dos indicadores, o destaque vai para o PMI do Brasil, que deve seguir com tendência de expansão das atividades.
No último pregão da semana, as bolsas asiáticas encerraram sem direção única após o dado mais fraco da economia chinesa. A cautela antes dos dados de payroll dos Estados Unidos também pressionou as bolsas.
Já na Europa, as principais praças também abriram sem um único sinal. Os investidores do Velho Continente digerem uma série de indicadores abaixo do esperado, de olho na divulgação da taxa de desemprego dos EUA.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para uma abertura em alta, com otimismo generalizado antes do payroll e do anúncio da retirada de estímulos da economia do BC americano.
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM