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A pandemia avança e pressão do Centrão deve retirar mais ministros de suas cadeiras
É difícil estar preparado para tudo, mas aposto que ninguém estava preparado para a reforma ministerial de ontem (29). Depois de Ernesto Araújo anunciar a sua saída do Ministério das Relações Exteriores, outros cinco chefes de pastas diferentes foram trocados de seus postos.
Os investidores devem digerir essa movimentação hoje, mas analistas de mercado afirmam que essas movimentações não são trocas estruturais. Isto é, a política de governo deve se manter a mesma. Mas a grande mensagem que fica é o fortalecimento do Centrão frente ao presidente da República, Jair Bolsonaro.
Esse desgaste entre o governo federal e o Congresso deve atrasar as reformas estruturais e a agenda de privatizações, além de tirar quase totalmente a possibilidade de negociação de qualquer outra proposta das duas partes.
E o Orçamento 2021, aprovado com quatro meses de atraso, segue para o Tribunal de Contas da União (TCU) para ser auditado após críticas sobre a “festa de emendas” e possibilidade de pedaladas fiscais, que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rouseff em 2016.
Confira mais notícias e o que movimenta os mercados esta terça-feira (30):
O Ibovespa fechou a última segunda-feira (29) em alta de 0,56%, aos 115.418 pontos, favorecidas levemente pelos índices de Wall Street. A política pesou, com uma troca de ministros seguida da outra, totalizando 6 ao final do dia, mas o Orçamento 2021 desagradou pela possibilidade de risco fiscal.
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Assim, o dólar à vista, que quase zerou a alta e acabou o dia com um avanço de 0,44%, a R$ 5,766. No pior momento do dia, a divisa superou os R$ 5,80.
O Projeto de Lei Orçamentária 2021, aprovado na semana passada pelo Congresso Nacional, gerou certo descontentamento dos analistas de economia. A possibilidade de “pedalada” nas despesas obrigatórias fez alguns congressistas levarem o projeto para ser auditado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Orçamento é “inexequível” e que é preciso fazer um ajuste. A Câmara ampliou em mais de R$ 6 bilhões a fatia do orçamento para emendas parlamentares.
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) deve apontar para uma das maiores altas da história, motivado pela alta dos combustíveis, commodities e dólar. As estimativas de especialistas ouvidos pela Broadcast mostram que o índice deve avançar entre 2,82% e 3,89% em março.
As bolsas asiáticas fecharam em alta, com a perspectiva de uma recuperação global e apesar das dificuldades enfrentadas por um fundo de investimento dos EUA, que atingiu grandes bancos no pregão de ontem (29). Os incentivos fiscais, com o pacote trilionário norte-americano, e o avanço da vacinação deram tom positivo às bolsas.
Na mesma direção, os índices europeus também iniciaram o dia em alta, sustentados pelos mesmos motivos, além do positivo noticiário interno.
Os índices futuros de Nova York iniciaram o dia majoritariamente em alta, mas inverteram o sinal durante a manhã e passaram a cair por volta das 9h. Apesar das notícias positivas pela melhora da economia norte-americana, a perspectiva de inflação pressiona os juros futuros e assombra os investidores com os Treasuries.
Fique por dentro dos principais eventos e indicadores econômicos para esta terça-feira (30):
Após o fechamento do mercado, divulgam seus balanços:
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