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Confira esses e outros destaques para a manhã desta quinta-feira (15)
O exterior deve seguir positivo, à espera de maiores dados da temporada de balanços de grandes empresas e bancos dos Estados Unidos. O apetite de risco dos investidores está aumentando, conforme dados da maiores economias do mundo apontam para uma retomada das atividades. A pandemia de covid-19 está perdendo força com o avanço da vacinação pelo mundo, o que pode indicar um bom momento para arriscar.
Enquanto isso, o Brasil vive suas próprias crises. O judiciário segue em foco, enquanto o presidente da República, Jair Bolsonaro, sente o fogo e o óleo quente se aproximando - e agora é para ele.
A instauração da CPI da covid foi considerada uma derrota para o governo federal, que agora deverá dar maiores explicações sobre o combate à pandemia e a falta de oxigênio no estado do Amazonas.
E os investidores devem esperar sentados pela aprovação do Orçamento para 2021. A PEC “fura-teto” será revista pelo ministério da Economia, que era uma alternativa para a aprovação de recursos fora do teto de gastos. E o governo deve propor ainda hoje o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022. Não é piada.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) já afirmou que, se o presidente da República vetar os pontos em discussão com o Ministério da Economia do projeto de Orçamento, pode dar adeus às reformas administrativa e tributária. Paulo Guedes e sua equipe econômica temem que a execução do Orçamento da maneira que está abra caminho para crime de responsabilidade, passível de impeachment.
Guedes, mais uma vez, colocou o cargo à disposição, mas não foi levado a sério.
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Confira outros destaques que podem influenciar os mercados nesta quinta-feira (15):
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quarta-feira (14) que cabe ao plenário da Suprema Corte decidir sobre a anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e não à justiça do Paraná da Lava Jato.
A medida de Edson Fachin que suspendeu as condenações do ex-presidente e, consequentemente, devolveu os direitos políticos a Lula, está sendo apreciada pelo STF, que deve dar continuidade à votação nesta quinta-feira (15).
O tempo dos estímulos pode estar acabando para os Estados Unidos, de acordo com analistas do mercado.Durante a reunião do Clube Econômico de Washington, Jerome Powell, presidente do Fed, foi questionado diversas vezes sobre sua política de compra de ativos e quando ela acabaria.
Economistas estão prevendo que os EUA vão voltar a crescer este ano, com o produto interno bruto talvez atingindo uma taxa anual de 10% nos próximos trimestres. Essa foi a mesma política monetária usada pelo Fed nos anos de 2013 e 2014. Nessa época, após a compra de diversos ativos, como títulos do Tesouro e de hipoteca, a instituição financeira ficou sem aumentar a taxa de juros pelos dois anos seguintes.
Mesmo com a inflação americana batendo à porta, Powell não estipulou uma data para encerrar o ciclo de sua política acomodatícia.
Os principais índices asiáticos fecharam de maneira mista, reagindo à possível retirada de estímulos da economia chinesa para conter a inflação do país, mas de olho em dados globais de recuperação após a pandemia de covid-19. O apetite de risco dos investidores pode aumentar com grandes economias como Estados Unidos e China retomando suas trajetórias de crescimento.
Já os índices europeus sobem com o noticiário de balanços dos EUA. Empresas como PepsiCo, Bank of America (BofA) e Citigroup devem divulgar seus balanços hoje. Sem a divulgação de mais indicadores, o Velho Continente deve ficar de olho nos dados de empresas americanas e dados de emprego dos EUA.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para uma abertura com ganhos. Apesar da divulgação do Livro Bege, com dados da economia dos EUA, ter azedado o otimismo das bolsas americanas na tarde de ontem, os balanços dos grandes bancos podem animar os negócios.
Confira os principais eventos e indicadores econômicos para o dia de hoje:
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
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