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A vitória do governo nas duas casas legislativas alívia a nuvem de tensão que pairou sobre os mercados nas últimas semanas. No exterior, o destaque fica com o movimento de recuperação das bolsas americanas e a negociação do novo pacote fiscal nos EUA
Com a atenção dos pequenos investidores em Nova York se afastando das ações para outros tipos de ativos — como a prata —, as bolsas americanas ganham espaço para uma recuperação mais expressiva, após amargarem os piores resultados desde outubro na semana passada.
Uma melhora no ambiente internacional também favorece os negócios por aqui. No mercado local, os investidores devem repercutir hoje os números apresentados pelo Itaú Unibanco e a conclusão das eleições para as presidências da Câmara e do Senado, que asseguraram vitórias para o governo federal.
Na agenda, o destaque do dia fica com a divulgação da produção industrial de dezembro e o andamento das discussões sobre o pacote trilionário de estímulos fiscais americano.
A alta volatilidade que tomou conta das bolsas americanas na última semana foi desviada para um novo alvo nesta segunda-feira (01), o que permitiu que os índices em Wall Street recuperassem parte das perdas. Depois de atacarem ações com baixa liquidez, como as da GameStop, pequenos investidores se organizaram em fóruns para mexer com a cotação da prata.
Como um efeito dominó, esse otimismo em Nova York impulsionou o restante dos mercados globais. De olho também nas eleições no Congresso, os investidores brasileiros pegaram carona no bom humor externo e o Ibovespa encerrou o dia com alta de 2,13%, aos 117.517,57 pontos. O dólar teve um dia de alívio e fechou a sessão em queda de 0,45%, a R$ 5,4498.
A preocupação com a possibilidade de uma greve dos caminhoneiros também foi dissipada na sessão de ontem, após o movimento mobilizar menos pessoas do que o inicialmente projetado.
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Durante boa parte do dia, os investidores atuaram em compasso de espera pela votação que iria decidir os novos presidentes da Câmara e do Senado, com a expectativa de que os candidatos governista - Arthur Lira e Rodrigo Pacheco - saíssem vencedores da disputa.
Na noite de ontem, as projeções de fato se concretizaram. Na Câmara, Arthur Lira foi eleito em 1º turno, com 302 votos, contra 145 votos do seu principal opositor, Baleia Rossi. O desempenho de Lira foi melhor do que o esperado, graças a uma debandada do apoio a Rossi nas horas que antecederam a eleição, incluindo o seu próprio partido, o DEM.
No Senado, a vitória tranquila de Pacheco já era esperada. O governo federal se empenhou para que os seus candidatos fossem eleitos, atuando no modus operandi da velha política - cedendo R$ 3 bilhões em emendas extraorçamentárias e cargos no alto escalão. Com a vitória, o Executivo também afasta a possibilidade de apreciação de pedidos de impeachment.
A expectativa do mercado agora, é que os eleitos — responsáveis por pautarem as pautas apreciadas pelas duas casas nos próximos anos — tomem como prioridade o andamento da agenda liberal do governo, com foco na aprovação do Orçamento e no andamento das reformas. Mesmo que a expectativa tenha sido atingida, ainda existem incertezas em torno dos nomes escolhidos.
A primeira diz respeito justamente ao grau de fidelidade dos partidos de Centro para com o governo. Depois, temos a preocupação com uma possível retomada do auxílio emergencial e o cumprimento do teto de gastos. Em discurso, Pacheco citou como prioridades as reformas administrativa, tributária e o avanço da PEC emergencial e reforçou o seu compromisso com o equilíbrio fiscal.
Agora, os agentes financeiros locais esperam que o ministro Paulo Guedes paute as prioridades para 2021.
Depois dos dados abaixo do esperado da atividade econômica europeia que foram divulgados ontem, hoje os investidores repercutem os números do Produto Interno Bruto (PIB) do continente, que vieram acima do esperado.
Na zona do euro, o PIB teve um recuo de 5,1% na comparação anual, ante uma previsão de 5,7%. Na Itália, o indicador também recuou menos do que o esperado.
As negociações do novo pacote fiscal proposto pelo governo Joe Biden também seguem sendo um dos principais assuntos na mira dos investidores. Enquanto Biden negocia um pacote de US$ 1,9 trilhão, os republicanos defendem um estímulo de "apenas" US$ 600 bilhões. Dez senadores de oposição se reuniram ontem com o presidente americano para discutir o assunto. No entanto, é a expectativa de que a pauta deve ser apreciada em breve que empurra o mercado nesta manhã.
Seguindo a recuperação vista em Nova York ao longo do dia, as bolsas asiáticas fecharam no azul. Repercutindo os números melhores do que o esperado na Europa, as principais praças operam em alta, assim como os índices futuros em Wall Street, que seguem indicando um movimento de recuperação.
A expectativa pelo balanço do banco Itaú, que foi divulgado após o fechamento do mercado ontem, mexeu em bloco com as ações do setor financeiro. Hoje, o mercado brasileiro deve repercutir os números, que vieram em linha com o esperado pelos analistas.
Hoje a temporada de balanços tira uma folga no Brasil, mas lá fora empresas importantes divulgam os seus números do quarto trimestre - como ExxonMobil, Pfizer, Amazon e Alphabet.
Na agenda do dia, o destaque fica com a divulgação da produção industrial de dezembro (9h). A mediana da projeção dos analistas indica um recuo de 0,5% no mês e um acumulado de -4,7% no ano.
O mercado deve ficar de olho na participação do presidente do BC, Roberto Campos Neto, em evento virtual promovido pelo The Economist (11h50). Bruno Funchal, secretário do Tesouro Nacional, também tem agenda pública, em evento da XP Investimentos (18h).
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
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