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vitória do governo

Com apoio de Bolsonaro, Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado

Parlamentar teve o apoio de Davi Alcolumbre para sucedê-lo na presidência da Casa; vitória representa avanço para o governo

1 de fevereiro de 2021
19:36 - atualizado às 19:37
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Em discurso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado -

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) venceu a disputa pela presidência do Senado, em votação nesta segunda-feira (1). Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, o parlamentar do DEM obteve 57 votos.

Pacheco será o presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos. Ele teve o apoio de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para sucedê-lo na presidência, que por sua vez mantém diálogo com Bolsonaro.

A primeira tarefa de Pacheco como presidente da Casa é conduzir a eleição do restante da Mesa Diretora. A mesa é composta pelo presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e seus suplentes.

Articulação

Pacheco derrotou Simone Tebet (MDB-MS), que obteve 21 votos. Ao longo dos dias que antecederam a eleição, a senadora perdeu o apoio formal do seu partido.

Inicialmente, ela saiu como candidata de um bloco, com apoios também de PSDB, Cidadania e Podemos. Hoje, ao registrar sua candidatura na Mesa Diretora, ela se colocou como candidata independente.

Jorge Kajuru (Cidadania-GO), Lasier Martins (Podemos-RS) e Major Olímpio (PSL-SP), outros candidatos à presidência, desistiram de suas candidaturas na última hora para apoiar Tebet, mas não foi o suficiente para superar Pacheco.

Quem é Rodrigo Pacheco

Rodrigo Pacheco nasceu em Porto Velho (RO), em 3 de novembro de 1976. Ele é advogado e está em seu primeiro mandato como Senador. Antes, ele havia sido deputado federal entre 2015 e 2018, quando chegou a presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

No Senado, atuou como vice-presidente da Comissão de Transparência e Governança (CTFC).

A votação levou cerca de 1 hora e 15 minutos para ser concluída. Apesar de haver urnas espalhadas pelo plenário, pelo Salão Azul e pela Chapelaria, um dos acessos ao Congresso, os votos foram feitos um a um, com senadores sendo chamados a votar.

Os que não votaram no plenário, recebiam a cédula de outro senador no momento em que eram chamados. 

Não votaram os senadores Jaques Wagner (PT-BA), que está de atestado médico em seu estado, Chico Rodrigues (DEM-RR), que está licenciado do cargo, e Jarbas Vasconcelos (MDB-PE), afastado por motivos de saúde.

*Com informações da Agência Brasil

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