O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gestor da Scion, imortalizado no filme “A grande aposta” como um dos investidores que previram a crise dos subprime, insinuou que vendas de ações da Tesla por seu CEO são uma realização de lucros, pois ele já teria caixa para honrar compromissos
Michael Burry, gestor da Scion Asset Management, alfinetou o bilionário Elon Musk pelo Twitter na madrugada desta segunda-feira (15), dizendo que o CEO da Tesla "não precisa de grana, ele só quer vender ações da Tesla (TSLA)". Pouco tempo depois, ele apagou seus tuítes, como de costume.
Burry - imortalizado no filme "A grande aposta" por ter sido um dos investidores que previram a crise dos subprime, em 2008, e lucraram apostando na queda do mercado - refere-se às vendas de ações que Musk tem feito nos últimos dias.
O bilionário vem se desfazendo de uma parte da sua posição na montadora de carros elétricos, pressionando os preços das ações para baixo. Desde que as vendas começaram, na semana de 8 de novembro, os papéis da Tesla (TSLA), negociados na Nasdaq, já caíram quase 20%. Até o fim da semana passada, Musk já havia embolsado mais de US$ 5 bilhões com essas operações.
Tudo começou com uma enquete que Musk fez na sua conta de Twitter em 6 de novembro, dizendo que ganhos não realizados têm sido considerados uma forma de se evitar o pagamento de impostos. Assim, ele propunha vender 10% das suas ações da Tesla (supostamente para mostrar que não está fugindo do Leão). O bilionário questionou seus seguidores se eles estavam de acordo, e o "sim" venceu.
Porém, o mais provável é que a venda das ações não tenha relação com a enquete, e sim com uma necessidade de liquidez para poder pagar cerca de US$ 15 bilhões em impostos devidos por opções de ações da Tesla que Musk recebeu como remuneração em 2012 e que expiram dentro de alguns meses.
Leia Também
Só que Michael Burry não acredita nesta narrativa. O gestor, que assim como Musk, é adepto das tretas pelo Twitter, acredita que o bilionário não precisa realmente de dinheiro. Afinal, ele fez uma série de operações recentemente que lhe garantiram dinheiro em caixa.
Para o gestor, Musk na verdade só quer realizar seus ganhos e embolsar os lucros, dado que as ações da montadora já teriam subido demais. Em tempo: Burry acha que a Tesla está cara e mantém uma posição vendida (short) contra a montadora, isto é, aposta na queda dos seus papéis.
"Vamos falar a verdade. Elon Musk tomou empréstimos usando 88,3 milhões de ações como garantia, vendeu todas as suas mansões, se mudou para o Texas, e ainda está perguntando ao Bernie Sanders se deveria vender mais ações. Ele não precisa de grana. Ele só quer vender TSLA", tuitou Burry nesta madrugada, referindo-se ainda a uma provocação recente de Musk ao senador democrata Bernie Sanders.

Em seguida, Burry tuitou um gráfico, onde marcou a data em que Musk disse, no ano passado, que as ações da Tesla estão "altas demais" e que não estava brincando. Depois daquilo, conforme mostra o gráfico, os papéis continuaram numa forte escalada de alta.

Michael Burry é famoso pelas suas posições short (vendidas), em que aposta na queda dos preços de determinados ativos, mas também pelas polêmicas nas redes sociais, assim como seu atual alvo, Elon Musk.
Recentemente, o gestor também tem disparado contra as criptomoedas, as quais considera bolhas. Não obstante, Burry admite não manter posições vendidas no mercado cripto. Porém, aparentemente, não por falta de vontade, mas sim por não saber bem como shortear tais ativos de maneira adequada, conforme sugerem seus tuítes a respeito.
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra