O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com inflação em disparada, os investidores voltam os olhos mais uma vez para a postura dos Bancos Centrais daqui pra frente
Hoje o mercado financeiro está monotemático. Só se fala em inflação.
Nos Estados Unidos, os dados do CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês), medem a inflação do país e os números divulgados agora pela manhã mostram que o temor inflacionário é real, azedando ainda mais o clima que já não andava muito bom.
Com os juros dos títulos do Tesouro americano disparando, as bolsas americanas estendem as perdas de ontem e atingiram as máximas na última hora.
Após subir quase 1% na terça-feira, apoiado no desempenho das commodities, o Ibovespa opera pressionado, em queda de 2,30%, aos 120.141 pontos, por volta das 16h. Enquanto a bolsa acentua a queda, o dólar à vista também acelerou a alta na última hora, subindo 1,18% R$ 5,2840. Na máxima do dia, a moeda americana encostou nos R$ 5,29.
A cautela que predomina no mercado se estende para os juros futuros, que operam em alta. Confira as taxas do dia:
Que os investidores temem que a rápida vacinação e trilhões de estímulos fiscais e monetários se transforme exerça uma pressão para o fim dos juros nas mínimas históricas pode não ser uma novidade. Acontece que nesta manhã o temor ganhou um impulso extra em forma de números que mostraram que o dragão da inflação está longe de estar adormecido.
Leia Também
O CPI avançou 0,8% no mês, enquanto o núcleo subiu 0,9%, na base mensal. As projeções apontavam para alta de avanço de 0,2% do índice cheio e ganhos de 0,3% para o núcleo, em relação ao mês anterior.
A inflação é um indicador importantíssimo para a definição da política monetária de um país. Com os estímulos fiscais e monetários empregados para contornar a crise do coronavírus, o mundo vive um aquecimento nos preços.
No Brasil, o avanço fez o Banco Central retomar a alta da taxa básica de juros - medida adotada em outros países emergentes também. O temor do mercado é que os BCs do hemisfério norte sigam o mesmo caminho.
Por isso, todos estão atentos à postura do Federal Reserve (BC americano) com relação à compra de ativos e estímulos monetários.
O Federal Reserve mantém sua política acomodatícia e seus dirigentes tentam acalmar os mercados afirmando que uma inflação acima da meta de 2% ao ano será tolerada por um período e que o mercado de trabalho - e a economia em si - ainda estão longe de uma recuperação plena.
Às vezes o discurso cola, às vezes não. O cenário hoje favorece o segundo caso. Ontem, os Treasuries, os títulos do Tesouro americano, avançaram em meio às preocupações com os dados da economia dos Estados Unidos e hoje sobem ainda mais.
Neste cenário, os investidores migram de ativos de maior risco, como bolsa, para os de menores riscos, como os Treasuries. Segundo a equipe da Ajax Capital, esse cenário pode levar o Congresso americano, principalmente a oposição republicana, a barrar os estímulos propostos pelo presidente Joe Biden.
Aqui no Brasil, a CPI da Covid, que deve contar com um depoimento do ex-secretário de governo Fabio Wajngarten. O ex secretário já deu entrevistas criticando a falta de postura do governo federal quanto à condução da pandemia e compra de vacinas.
De acordo com especialistas, o Planalto vê com apreensão o depoimento de Wajngarten na CPI. Em entrevista à revista Veja, Wajngarten havia declarado que o ministro Pazuello seria incompetente para o cargo.
Com o cenário amplamente negativo, poucas ações sobem nesta manhã. O que dita o ritmo são os últimos resultados corporativos divulgados entre a noite de ontem e hoje. O principal destaque são os papéis da BR Distribuidora, que disparam cerca de 8%. Confira as maiores altas:
| BRDT3 | BR Distribuidora ON | R$ 25,19 | 5,31% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 17,07 | 1,19% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 68,91 | 0,86% |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 6,31 | 0,96% |
| BTOW3 | B2W ON | R$ 59,16 | 0,10% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 187,35 | -7,90% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 19,20 | -7,34% |
| RENT3 | Localiza ON | R$ 58,61 | -6,73% |
| LCAM3 | Locamérica ON | R$ 24,22 | -5,80% |
| IGTA3 | Iguatemi ON | R$ 41,06 | -5,80% |
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais