🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Cremes, esmaltes, perfumes, gel...

Cosméticos na bolsa: saiba mais sobre o IPO da Coty, dona das marcas Monange, Risqué e Bozzano

O IPO da Coty diz respeito às operações brasileiras da companhia, controlada por uma gigante global de cosméticos. A oferta é primária e secundária

Victor Aguiar
Victor Aguiar
26 de agosto de 2021
12:53 - atualizado às 8:46
Imagem com vários cosméticos das marcas Bozzano, Risqué, Cenoura e Bronze e Monange, todas pertencentes à Coty Brasil, que prepara seu IPO
Bozzano, Risqué, Cenoura & Bronze e Monange são algumas das marcas da Coty no Brasil - Imagem: Divulgação

Se você está pensando em dar um trato no visual ou em investir em alguma nova empresa na bolsa, não se preocupe: vem aí o IPO da Coty, dona de marcas como Monange, Risqué, Bozzano e Cenoura & Bronze no Brasil — e que pretende captar recursos para continuar crescendo no país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia protocolou há pouco na CVM os documentos preliminares para a abertura de capital. Detalhes como a faixa de preço pretendida ou a quantidade de ações a serem vendidas ainda não são conhecidos, mas alguns números operacionais e estratégicos já estão disponíveis aos potenciais investidores.

A Coty, na verdade, é uma gigante global do setor de cosméticos e fragrâncias. Fundada na França e sediada nos Estados Unidos, a empresa comprou toda a divisão de beleza da Procter & Gamble em 2015, numa transação de US$ 15 bilhões. No mundo, a Coty é responsável por marcas como Wella, Max Factor e Rimmel.

O IPO da Coty na B3 diz respeito apenas às operações brasileiras do conglomerado, iniciadas em 2015, a partir da aquisição do portfólio de cosméticos da Hypermarcas. De lá para cá, o negócio passou por altos e baixos: em 2019, a empresa pensou em se desfazer do negócio no país, procurando ativamente por um potencial comprador. No entanto, a recuperação na demanda e o aquecimento do mercado de ações provocaram uma mudança brusca nos planos.

"Somos uma das quatro maiores indústrias de beleza e cuidados pessoais de varejo no Brasil em participação
de mercado e a segunda maior em termos de penetração", diz a Coty, no prospecto preliminar do IPO, citando dados de 2020 da Nielsen — ela é líder nos segmentos de cosméticos, barbear, coloração capilar masculina, hair styling
masculino e esmaltes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Marcas de peso

O portfólio da Coty no Brasil conta com algumas marcas tradicionais, como Monange, Bozzano e Risqué; as três, juntas, representam quase 70% da receita da empresa:

Leia Também

  • Monange: 42% da receita líquida;
  • Bozzano: 14% da receita líquida;
  • Risqué: 13% da receita líquida.

A Coty também é dona das marcas Paixão, Biocolor, Cenoura & Bronze, Bitufo e Sanifill. No segmento de fragrâncias, é responsável pela distribuição de bandeiras de luxo, como Calvin Klein, Hugo Boss, Tiffany, Burberry e Gucci.

IPO da Coty: os números da empresa e da oferta

O IPO da Coty no Brasil será primário (novas ações serão emitidas e vendidas ao mercado, com os recursos indo para o caixa da empresa) e secundário (os atuais acionistas vendem suas ações e embolsam o lucro). No caso, o acionista vendedor é a própria Coty global, dona de 99,9% da subsidiária.

Em termos financeiros, as operações locais da Coty tiveram receita líquida de R$ 605 milhões no primeiro semestre deste ano, cifra 15,2% maior que a registrada no mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado — o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — foi de R$ 116 milhões, 16% acima na mesma base de comparação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também chama a atenção o fato de a Coty contar com um caixa líquido de R$ 75 milhões ao fim do segundo semestre; em geral, IPOs de empresas com alto endividamento são vistos com ressalva pelo mercado, uma vez que a captação de recursos tem como destino a quitação dos compromissos financeiros.

Tanto é que a Coty afirma, no prospecto preliminar, que o dinheiro captado na oferta primária será usado para a expansão digital da companhia e para o desenvolvimento de produtos e marketing das categorias de beleza e cuidados pessoais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar