O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Reunião do Copom e do Federal Reserve são destaques; com cenário interno concorrendo para tomar o protagonismo
É dada a largada! Começa nesta terça-feira (16) a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decidirá a taxa básica de juros do país, a Selic, pelos próximos meses. Concorrendo com esse evento está a queda de Eduardo Pazuello do Ministério da Saúde, com o governo tentando mostrar mostra um novo tom no enfrentamento da pandemia.
Os investidores também estão de olho no Banco Central, mas dos Estados Unidos. O Federal Reserve (Fed) deve se reunir amanhã (17) para também decidir sobre a política monetária do país. E o rali dos Treasuries, os títulos americanos, continua, à espera da decisão a ser tomada pelo Fomc, o Copom americano.
Confira essas e outras notícias que irão influenciar nos negócios da bolsa nesta terça-feira:
O Fed deve se reunir nesta quarta-feira (17) para decidir a política monetária do país. Analistas avaliam que, mesmo com os temores da disparada da inflação dos Estados Unidos, o presidente da instituição, Jerome Powell, não abandonará a política monetária mais acomodatícia, dado que o mercado de trabalho ainda não melhorou como gostaria.
Mas com os pagamentos do pacote de estímulos de Joe Biden à população, a expectativa dos economistas é que a inflação acelere nos próximos meses, o que deve ter efeitos na curva de juros de longo prazo e nos Treasuries, que tem tirado o sono dos investidores nas últimas semanas.
Começa hoje a reunião do Copom, que decidirá se daremos início a um novo ciclo de alta da Selic. Com especialistas do mercado ouvidos pelo Banco Central, o boletim Focus desta semana trouxe uma piora dos indicadores e uma expectativa de que a taxa básica de juros suba 0,50 pontos percentuais.
Leia Também
A decisão será anunciada amanhã. Saiba mais do que esperar clicando aqui.
A pasta da Saúde teve uma nova substituição. Depois de ser dirigida pelos médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, assumiu o general da reserva, Eduardo Pazuello, e agora o Ministério passa a ter novamente um profissional da saúde à sua frente: o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga.
A troca acontece no pior momento da pandemia, sendo o décimo primeiro ministro do governo de Jair Bolsonaro a sair por pressões externas. A volta de um médico para a pasta indica uma tentativa de mudança de tom do presidente no combate ao coronavírus, o que é bem visto pelo mercado.
Mas vale lembrar que Mandetta e Teich foram retirados do ministério por defender uma postura mais rígida no combate à pandemia, como a adoção de lockdowns e vacinas, se afastando do ideal do presidente, que defende o inexistente tratamento precoce. Pazuello era mais afinado com Bolsonaro, sendo até chamado de subserviente.
Mesmo Queiroga se mostrando muito próximo do presidente, fica o questionamento se ele adotará a visão de Bolsonaro ou seguirá o caminho da ciência, que já provou que medidas rígidas contra a pandemia influenciam na economia. E isso, com certeza, será acompanhado de perto pelo mercado.
Acompanhando o rali de Nova York de ontem, as bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, também motivadas pela queda dos juros dos títulos do Tesouro norte-americano. Confira as altas:
Já, os índices da Europa seguem o mesmo caminho, à espera da reunião do Federal Reserve e maiores definições sobre a política monetária dos EUA. No cenário do Velho Continente, a vacinação paralisada em virtude de uma possível relação da vacina da Aztrazeneca com o surgimento de coágulos sanguíneos é um dos destaques que influenciam as bolsas. Confira a direção dos índices por volta das 10h da manhã:
E após atingirem as máximas no pregão de ontem, os índices futuros de Wall Street acordaram em um leve movimento de realização de lucros, sem direção definida. Acompanhe, por volta das 10h:
Confira os principais destaques desta terça-feira (16):
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora