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Powell assegurou que o cenário ainda pede que os estímulos monetários sejam mantidos,mas o mercado está cauteloso
Um dia após não darem tanto peso para a aceleração da inflação americana, os índices internacionais voltam a reagir com mau humor aos números salgados dos Estados Unidos, mesmo após a tentativa de fala tranquilizadora de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, na tarde da última quarta-feira (14). O cenário de cautela ainda conta com os riscos que a variante Delta traz para a economia global.
Bons dados macroeconômicos da China trouxeram um pouco de fôlego para os negócios no Brasil, mas o movimento não se sustentou. Em sua fala no Congresso, Powell mostrou desconforto com o patamar atual da inflação e disse que os dirigentes já iniciaram a discussão para a redução da compra de ativos, o que piorou a situação das bolsas em Nova York.
Por aqui, o Ibovespa acompanha o movimento de aversão ao risco desde o começo da tarde. Por volta das 15h40, o principal índice da bolsa recuava 0,79%, aos 127.269 pontos. Além de Powell, o recuo do petróleo no mercado internacional pesa sobre a bolsa brasileira.
O dólar à vista, por sua vez, acelerou o movimento de alta e sobe 0,90%, cotado a R$ 5,1297, depois de um dia de queda expressiva.
Depois de um dia de alívio, o mercado de juros opera pressionado, próximo das máximas. Confira as taxas do dia:
Hoje o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, volta a cumprir agenda em Washington. Depois de falar na Câmara dos Representantes, os investidores ficam de olho no pronunciamento de Powell no Senado, agora pela manhã.
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O presidente do BC americano está de olho nos dados do emprego, ainda distantes do patamar pré-pandemia e deve reforçar o compromisso do Fed em manter os estímulos até que as duas metas da instituição - pleno emprego e inflação controlada - sejam atingidas.
Em sua participação no Senado, Powell se mostrou incomodado com o nível atual da inflação e afirmou que a elevação dos preços acima da meta é um desafio para a política monetária da instituição, mas reforçou o enfraquecimento do mercado de trabalho americano. Para o dirigente, o momento é apropriado para se manter a política acomodatícia, pois o desemprego segue alto no país.
Falando em mercado de trabalho, os novos pedidos de auxílio desemprego caíram em 26 mil, e somaram 360 mil novas solicitações, de acordo com o departamento de trabalho dos EUA, em linha com o esperado pelo mercado.
O noticiário local deve acompanhar o estado de saúde do presidente da República, Jair Bolsonaro, internado na tarde de ontem (14) em um hospital particular de São Paulo. Até o momento, a equipe médica afirmou que o presidente não deve passar por uma cirurgia de emergência.
No radar, a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 deve passar pela Câmara e Senado ainda hoje. As negociações em torno do Orçamento se arrastaram no início deste ano, e as propostas de gastos devem ser motivo de tensões entre o governo federal e as Casas Legislativas antes do recesso parlamentar, que vai de 18 a 31 de julho.
O recuo nos preços do barril de petróleo esta manhã pesa na bolsa brasileira. A commodity segue pressionada pela demanda mundial, que só deve retomar o consumo em 2022, de acordo com o relatório mensal da Opep.
Já o minério de ferro reagiu positivamente aos dados da economia chinesa e encerrou as negociações com alta de 1,57% na bolsa de Qingdao, na China, cotado a US$ 222,09 a tonelada.
O PIB chinês subiu 7,9%, em linha com as expectativas, enquanto a produção industrial desacelerou de 8,8% em maio para 8,3% em junho, mas ainda acima das projeções de 7,8% do The Wall Street Journal.
As vendas do varejo também saltaram 12,1%, acima das projeções de 10,9%. Mas desacelerou em relação ao mês anterior, que registrou alta de 12,4%.
As ações do Magazine Luiza lideram as altas do dia após a companhia ter anunciado a aquisição da Kabum, maior e-commerce de games do país. A empresa também irá realizar uma nova oferta de ações para financiar a empreitada. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 23,97 | 4,54% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 46,26 | 1,89% |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 38,53 | 1,72% |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 7,87 | 1,42% |
| RADL3 | Raia Drogasil ON | R$ 26,82 | 1,21% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 35,67 | -2,65% |
| SULA11 | SulAmérica units | R$ 32,94 | -2,60% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 26,47 | -2,50% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 57,37 | -2,40% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 18,19 | -2,36% |
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
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