O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da repercussão das decisões de política monetária na Europa, o Ibovespa também teve espaço para repercutir o noticiário corporativo
A convivência tolerante entre bancos centrais e o dragão da inflação chegou ao fim após quase um ano de expectativas de que as feras estavam apenas de passagem.
O que se vê no cenário global é que cada país vai à luta com as armas que acredita serem mais efetivas para a missão. Nos países emergentes, a batalha começou mais cedo, e as taxas básicas de juros cada vez mais altas são o plano de voo preferido.
Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, lidera uma ofensiva de retirada de estímulos monetários acelerada e já avisou que, caso a estratégia não funcione, a elevação da taxa de juros é o próximo passo.
O Banco Central Europeu segue uma escola semelhante, mas ainda é conservador e diz não ver espaço para uma alta de juros no próximo ano. Já o Banco da Inglaterra foi para o tudo ou nada e elevou a taxa básica de 0,1% para 0,25% ao ano.
O cerco dos BCs foi recebido de forma mista pelos mercados globais. Afinal, juros mais elevados tendem a prejudicar alguns setores e favorecer uma migração de recursos para aplicações mais seguras.
Na Europa, o dia hoje foi positivo, enquanto Wall Street viveu uma sessão volátil, mas acabou fechando no vermelho.
Leia Também
Por aqui, o tom mais agressivo dos bancos centrais pressionou a curva de juros, mas o câmbio e a bolsa tiveram uma quinta-feira de alívio. No Relatório Trimestral de Inflação (RTI), o BC brasileiro destacou que a inflação ficará acima do teto da meta de 5,25% em 2021, mas garante que em 2022 o indicador ficará abaixo do teto de 5%.
O noticiário corporativo também beneficiou o Ibovespa. A Petrobras anunciou que chegou a um acordo para a venda da sua participação na Braskem, e empresas do setor de mineração e siderurgia voltaram a ter um bom desempenho, levando o principal índice da bolsa a fechar em alta de 0,83%, aos 108.326 pontos.
O dólar à vista voltou a fechar abaixo dos R$ 5,70, mas contou com mais uma intervenção do Banco Central no mercado à vista para garantir a façanha. A moeda americana encerrou o dia em queda de 0,50%, a R$ 5,6792.
Confira alguns dos destaques do noticiário corporativo:
O documento divulgado nesta manhã pelo Banco Central não deixa de fora as incertezas que ainda rondam a pandemia do coronavírus. Há um destaque especial para a covid-19, já que os planos da entidade podem ser alterados caso a ômicron ou novas variantes voltem a pressionar a atividade econômica.
No relatório trimestral da inflação do Banco Central, a entidade indicou que espera que os preços fechem 2021 com um avanço de 10,20% e que tenham alta de 4,7% em 2022.
Isso representa um IPCA acima do teto da meta de 5,25% neste ano, e distante do centro da meta de 3,75%. Contudo, a inflação para o ano que vem deve se aproximar do teto da meta, de 5,0%. O relatório ainda destaca o risco fiscal e o fim dos estímulos à economia por parte dos países desenvolvidos.
Ao longo do dia, as empresas do setor de saúde foram o principal destaque. Além da aprovação da fusão entre Hapvida (HAPV3) e Intermédica (GNDI3), também tivemos uma alta significativa de Qualicorp (QUAL3). O Cade autorizou que a Rede D'Or faça novas operações para aumentar sua participação na companhia.
Ao longo do dia, no entanto, ações descontadas da bolsa ganharam espaço. É o caso dos papéis de Americanas (AMER3 e LAME4) e CSN (CSNA3). Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VAlOR | VAR |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 31,22 | 8,93% |
| LAME4 | Lojas Americanas PN | R$ 5,82 | 8,58% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 25,82 | 6,04% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 17,14 | 5,54% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 80,44 | 3,91% |
A nova pressão na curva de juros voltou a fazer com que as empresas do setor de tecnologia voltassem a apresentar desempenho negativo. Além disso, as ações do Banco Inter devolveram parte da valorização vista na semana passada, quando pegaram carona na estreia do Nubank na Bolsa de Valores de Nova York. Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| CASH3 | Méliuz ON | R$ 3,15 | -8,16% |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 32,28 | -7,72% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 4,91 | -5,58% |
| BIDI4 | Banco Inter PN | R$ 10,92 | -5,21% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 3,62 | -4,74% |
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima