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Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

O hambúrguer e o câmbio

Está na hora de comprar ou vender dólar? A resposta pode estar no preço do Big Mac

Se levarmos em consideração o preço do sanduíche mais popular do mundo, a moeda norte-americana deveria valer R$ 3,87, segundo o índice calculado pela The Economist

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
16 de janeiro de 2021
8:02 - atualizado às 14:01
Big Mac - McDonald's
Imagem: Shutterstock

O dólar está caro ou barato? Se levarmos em consideração o preço do sanduíche mais popular do mundo, a moeda norte-americana deveria valer R$ 3,87 — ou 30% menos do que a cotação de dezembro. Pelo menos é o que indica o índice Big Mac, atualizado nesta semana pela revista The Economist.

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O indicador foi criado em 1986 pela publicação britânica como uma forma de avaliar o poder de compra da moeda dos países. Por ser um produto com o mesmo padrão em todos os lugares onde é vendido, o sanduíche do McDonald's acaba se tornando ideal para esse tipo de comparação.

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No Brasil, um Big Mac custava R$ 21,90 no fim do ano passado, enquanto um norte-americano pagava US$ 5,66 pelo mesmo sanduíche, o que indica uma taxa de câmbio implícita de R$ 3,87, de acordo com o levantamento da revista.

Com a forte alta do dólar ao longo do ano passado, o real ficou ainda mais barato pelo índice Big Mac. No início de 2020, quando o câmbio estava em R$ 4,14, a desvalorização da moeda brasileira era estimada em 15,3% com base no preço do sanduíche.

Então é hora de vender dólar?

Se considerarmos o indicador da revista britânica um bom parâmetro para o câmbio, o Big Mac brasileiro mais barato em relação ao americano pode ser um sinal de que está na hora de vender dólar.

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A tendência de queda da moeda norte-americana, aliás, foi apontada por especialistas no especial do Seu Dinheiro Onde Investir em 2021.

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Fonte: The Economist

O dólar forte é um fenômeno global. O índice da Economist revela que apenas os consumidores da Suíça, Suécia e Noruega comem um Big Mac mais caro do que nos Estados Unidos.

Mas a aposta de muitos investidores é que esse ciclo está próximo do fim, ainda mais diante dos estímulos fiscais trilionários — leia-se impressão de dinheiro — promovidos pelo governo norte-americano para conter os efeitos da pandemia da covid-19 na economia.

A expectativa é que a eleição de Joe Biden também enfraqueça o dólar, já que o democrata deve adotar uma política menos protecionista do que o governo de Donald Trump.

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Mas a aposta contra o dólar não é recomendada para investidores que não sejam profissionais. Pelo contrário, é sempre bom ter uma parcela da moeda norte-americana na sua carteira.

Ainda que a tendência do dólar seja de queda, eventuais distorções podem se manter durante muito tempo. Como já dizia Keynes, o mercado pode permanecer irracional por mais tempo do que você e eu podemos nos manter solventes.

Basta lembrar que o mesmo índice Big Mac apontou o real sobrevalorizado em relação à moeda norte-americana por oito anos — entre 2007 e 2015.

Embora o real tenha sido uma das moedas que mais perdeu valor no ano passado, outros países emergentes como México, Argentina, Turquia e Índia aparecem com o câmbio mais depreciado, de acordo com o indicador da Economist.

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Outro sinal de que o sanduíche do McDonalds pode não estar tão barato assim no Brasil é que, ao ajustar o preço do famoso hambúrguer pelo PIB per capita, o real ainda aparece 20% sobrevalorizado em relação ao dólar.

Em outras palavras, o sanduíche com dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim deveria custar 41% menos por aqui, considerando a realidade da população dos dois países. Confira o estudo completo no site da revista.

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