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Levantamento da Teva Índices mostra que os papéis do comércio e da construção foram os mais castigados no mês passado

Entre os setores que apresentaram queda no mês de agosto, o menos prejudicado foi o de saúde, aponta a Teva Índices, especializada em criação e divulgação de índices de mercado financeiro.
O índice setorial apresentou queda de 0,64%, acima do índice Amplo, que se desvalorizou 2,83%. Além disso, o índice de energia apresentou alta de 2,07%.
"A performance dos setores mais defensivos mostram uma rotação de alocação. Em momentos de desaquecimento da economia e piora das expectativas, setores como saúde e energia tendem a ganhar força, afinal, são gêneros de consumos menos sensíveis a ciclos econômicos", aponta a empresa em relatório.
Ao longo do mês de agosto, a instabilidade política somada às incertezas sobre a recuperação econômica fizeram as projeções do mercado piorarem.
"Depois de acumular uma alta de mais de 63% entre abril e dezembro de 2020, a bolsa brasileira começou a contabilizar os riscos e incertezas sobre a recuperação da crise econômica", diz.
Entre os destaques negativos, a Teva afirma os setores de comércio e construção civil, cujos índices apresentaram queda de 6,76% e 7,19%.
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A empresa aponta que a construção foi muito impactada pelas propostas de reforma tributária e pelo avanço da inflação e juros.
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