Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Do recorde ao buraco

5 (novas) razões por que o Ibovespa não para de cair — incluindo o furo no teto de gastos

Só neste mês o índice recua pouco mais de 4% e, com mais nove dias até a virada para novembro, o tombo pode ser ainda maior

Larissa Vitória
Larissa Vitória
22 de outubro de 2021
14:23 - atualizado às 19:57
bonecos em primeiro plano observam gráfico com cotações de mercado ao fundo | Ibovespa, ações, Petrobras, PETR4
As razões mudaram um pouco, mas permanecem girando principalmente em torno dos ruídos políticos e fiscais brasileirosImagem: Freepik

O mercado financeiro funciona um pouco como a montanha-russa dos parques de diversão. Não raro longas e lentas subidas são seguidas por quedas vertiginosas que disparam os níveis de adrenalina dos participantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A trajetória do Ibovespa neste ano é um perfeito retrato para a metáfora. O principal índice acionário brasileiro começou 2021 renovando máxima atrás de máxima até atingir um novo recorde em junho.

De lá para cá, porém, quem embarcou neste carrinho vem experimentando quatro meses de uma queda que parece nunca terminar. Em setembro nós te explicamos, ponto a ponto, o que está por trás do recuo do Ibovespa, que já acumula perdas de 10,69% no ano.

As razões mudaram um pouco, mas permanecem girando em torno dos ruídos políticos e fiscais brasileiros, o desequilíbrio no câmbio, a ameaça da inflação e os sinais incertos vindos do cenário externo.

O que também não muda é a decepção no mercado acionário. Só neste mês o índice recua 4,22% e, com mais nove dias até a virada para novembro, o tombo pode ser ainda maior. Confira agora 5 novas razões que explicam o mau humor da bolsa brasileira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

1. Cheque em branco para o governo

O ano eleitoral se aproxima a passos largos, e sua chegada provoca calafrios e tremores entre os membros da ala política do governo Bolsonaro.

Leia Também

No ano passado, durante os primeiros meses da pandemia de covid-19, o auxílio emergencial ajudou a evitar uma queda ainda mais brusca na aprovação de Bolsonaro. Mas, com o benefício próximo do fim e as pesquisas indicando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente nas intenções de voto, o presidente corre contra o tempo para recuperar a popularidade.

Para ele, a resposta está na manutenção do envio de recursos para os mais pobres por meio do Auxílio Brasil, programa que irá substituir o Bolsa Família - constantemente associado, no imaginário popular, ao governo petista.

Além disso, Bolsonaro também busca uma maneira de agradar financeiramente os caminhoneiros. A classe, antes uma das bases de apoio do presidente, anda descontente com os seguidos aumentos no preço do óleo diesel e mostra rachaduras na fachada bolsonarista.  Por isso, a criação de um auxílio para o combustível também já foi anunciada pelo presidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema é que os benefícios, ambos com parcelas de R$ 400 publicamente prometidas, esbarram no mesmo obstáculo: o teto de gastos. O espaço - que limita o avanço das despesas e investimentos do governo ao valor gasto no ano anterior e corrigido pela inflação -, já preenchido por uma série de despesas obrigatórias e emendas parlamentares, não comporta os desejos de Bolsonaro.

2. O furo no teto de gastos

A resposta dele para isso? Abrir no teto um buraco grande o bastante para encaixar as medidas, amplamente vistas como eleitoreiras.

A manobra contava com a resistência do ministro da Economia, um dos principais defensores do pilar para a saúde fiscal do país. Mas, sucessivas derrotas para a ala política depois, Paulo Guedes se retirou da discussão e isentou-se de responsabilidade pelo formato do programa social.

Até o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que costuma demonstrar certa oposição às farras fiscais, já sinalizou que apoiaria a medida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aberto o caminho institucional, o primeiro passo para o furo do teto foi dado ontem à noite, com a aprovação da PEC dos Precatórios em uma comissão especial da Câmara. A medida, originalmente proposta para lidar com a fatura de R$ 90 bilhões em dívidas do governo reconhecidas pela Justiça, passou a incluir também novos parâmetros para o limite fiscal.

Atualmente, o teto de gastos usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida oficial da inflação no Brasil, acumulado entre julho do ano anterior e junho do ano em exercício para a correção do montante disponível para gastos.

A PEC dos Precatórios prevê que o cálculo passe a considerar, além da variação acumulada entre janeiro e junho do ano em vigor, o valor projetado para o IPCA até dezembro.

Na prática, a medida deve abrir um espaço de quase R$ 100 bilhões no Orçamento e viabilizar o lançamento do Auxílio Brasil e do benefício para o diesel. Mas o foco dos investidores está em quanto o furo deve custar para o país no futuro breve e, pela reação dos ativos e dos juros, a resposta envolve cifras altas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3. As baixas na equipe de Guedes

Além de ser um dos maiores defensores do teto de gastos, Paulo Guedes também foi uma das âncoras para garantir a boa relação entre governo e mercado. Com uma equipe bem vista pelo setor financeiro, o ministro vinha gerenciando as crises e arroubos do governo junto aos investidores.

Os verbos estão no passado porque as últimas notícias indicam que o ministro não consegue mais manter o apoio nem da própria equipe. Ontem, Guedes recebeu pedidos de demissão de seus principais auxiliares logo após admitir uma “licença para gastar” em nome do presidente.

Com as saídas dos secretários Bruno Funchal e Jeferson Bittencourt e seus respectivos adjuntos, Gildenora Dantas e Rafael Araújo, chega a quase 20 o número de integrantes a deixarem a equipe econômica em menos de 3 anos de governo.

Por isso, cada vez mais isolado, Guedes transformou-se de âncora fiscal em fonte de preocupação para o mercado, que temia que o ministro fosse o próximo a pular do barco. Após uma reunião com o presidente, no entanto, ele garantiu que permanecerá no cargo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante uma coletiva na tarde de hoje, o ministro jogou mais uma pá de cal em sua relação com o mercado ao afirmar que “o teto de gastos é um símbolo, mas não vamos deixar as pessoas passando fome”. Guedes voltou a defender que é preciso “extrapolar um pouco“ o limite fiscal para atender os mais vulneráveis.

4. Juros e dólar em disparada

A deterioração do cenário fiscal, somada à disparada da inflação traz ainda outros temores para os investidores. Pressionado pela alta de preços com dois dígitos acumulados, o Banco Central pode ter que acelerar o ritmo de elevação da taxa Selic.

As opções de Copom negociadas na B3, um termômetro para a próxima decisão, mostram que o ajuste esperado para a semana que vem é de no mínimo 1,25 ponto percentual. O movimento deve ajudar a manter a atratividade dos investimentos brasileiros, mas, com o encarecimento do crédito, pode acabar respingando negativamente na atividade econômica.

Outro indicador do humor do mercado, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) de curto prazo chegaram a atingir o teto da oscilação permitida para hoje. Veja abaixo como elas terminaram o dia:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro de 2022: de 7,89% para 8,24%
  • Janeiro de 2023: de 10,58% para 10,93%
  • Janeiro de 2025: de 11,50% para 11,60%
  • Janeiro de 2027: de 11,78% para 11,86%

Além dos juros, o câmbio é outra fonte de incertezas alimentada pela bagunça nas contas públicas. O dólar à vista chegou a superar a casa dos R$ 5,70 hoje, mas voltou para os R$ 5,62, com queda de 0,71%, após a manutenção de Paulo Guedes no cargo de ministro da Economia. No ano, a alta acumulada é de 8,45%.

5. Cenário externo ainda incerto com Evergrande e inflação

Por fim, nem só de monstros internos se alimenta o pavor dos investidores. O cenário externo, abalado pela inflação - realidade preocupante em algumas das principais economias do mundo - e pelo sobe e desce dos casos de covid-19 que força idas e vindas das medidas de restrições, dá seu devido auxílio para a queda do Ibovespa.

A China, principal parceira comercial do Brasil, é dona de um dos maiores quinhões da cota internacional de preocupações para os investidores. O país prometia uma rápida recuperação pós-pandemia, mas colocou o pé no freio no crescimento.

O gigante asiático é afetado por um surto de casos de variante delta do novo coronavírus, enchentes, cortes de energia para deter as mudanças climáticas e pela ação do governo para conter a especulação do setor imobiliário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse último elemento domina os noticiários econômicos mundiais há mais de um mês e promete ainda causar muita dor de cabeça aos investidores. Desde que vieram à tona, em meados de setembro, os problemas financeiros da Evergrande, a incorporadora mais endividada do mundo, ameaçam desencadear um efeito dominó no mercado imobiliário chinês.

Ao melhor estilo Titanic, o baque provocado pela Evergrande pode ter aberto uma rachadura no setor por onde escapam os problemas de outras grandes incorporadoras do país. Além dela, outras quatro companhias também já revelaram que enfrentam problemas para honrar seus compromissos financeiros e ameaçam todo o setor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia