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O HASH11 replica o desempenho de um índice desenvolvido pela gestora brasileira Hashdex em parceria com a Nasdaq
O primeiro fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de criptomoedas negociado na bolsa brasileira tem uma estreia em grande estilo no pregão da B3. O HASH11 fechou hoje em alta de 12,26%, a R$ 53,10.
O HASH11 replica o desempenho de um índice desenvolvido pela gestora brasileira Hashdex em parceria com a Nasdaq. O ETF segue a variação do Nasdaq Crypto Index (NCI), indicador que busca refletir o movimento do mercado de criptoativos, e não só do bitcoin. O índice conta com seis criptoativos na carteira:
Para o CEO da Hashdex, Marcelo Sampaio, a estreia do ETF na bolsa foi um sucesso. Durante nossa conversa, o fundo HASH11 chegou a ficar em segundo lugar entre os mais negociados da B3. “Isso mostra um mercado reprimido, que carece de uma diversidade maior de produtos para esse tipo de investimento”, comenta ele.
Sampaio conta que a ideia de um fundo de investimento em índice de cripto veio para facilitar a entrada de pessoas no universo crescente das criptomoedas e diminuir as oscilações de preço dos ativos. “A forma é um fundo que tira o risco operacional e tem governança, regulamentação, etc. Mas o conteúdo é criptomoeda”, afirma ele.
Apesar de reduzir o risco, os criptoativos ainda são investimentos muito voláteis. Mesmo com uma cesta de moedas consideradas sólidas no mercado, altas expressivas e quedas bruscas acompanharão os investidores por um bom tempo.
Foi o caso do bitcoin. Há duas semanas, a principal criptomoeda do mercado registrou seu valor mais alto, atingindo US$ 65 mil. Após sete dias, o preço caiu 22% aos US$ 47 mil. Nesta segunda-feira (26), o bitcoin registra alta de 6,98%, aos US$ 53.502,99.
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