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Se compararmos com o patamar mais alto, aos US$ 65 mil, a principal criptomoeda do mercado recuou 46%
Depois do anúncio de que El Salvador adotará o bitcoin (BTC) como moeda oficial, a principal criptomoeda do mercado reagiu subindo 15% na manhã desta quarta-feira (09). Com isso, o bitcoin ultrapassou os US$ 35 mil, aos US$ 36.436,32.
Entretanto, no acumulado dos últimos sete dias, a criptomoeda recua 4,33%. Se compararmos com o patamar mais alto do bitcoin, aos US$ 65 mil, a principal criptomoeda do mercado recuou 46%.
As demais criptomoedas do mercado também estão em movimento de recuperação junto com o bitcoin. Confira o desempenho das dez primeiras, por volta das 10h:

O dinâmico mercado das criptomoedas pode esconder alguns “diamantes brutos”. A décima primeira moeda do mercado atualmente é a Solana (SOL) que, nos últimos sete dias, já acumula quase 30% de valorização.

Hoje a SOL acumula alta de 16,25%, valendo US$ 42,79. A Solana pretende ser uma plataforma de finanças descentralizadas, visando a facilitação de transações e criação dos DeFis.
Diferentemente de outras blockchains, os blocos são formados por meio de um sistema novo, chamado proof of history (PoH, “prova de histórico”, em tradução livre) que permite consolidar milhares de blocos ao mesmo tempo de maneira quase instantânea.
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Além disso, de acordo com o portal The Block, a Solana Labs, desenvolvedora da SOL, conseguiu arrecadar mais de US$ 314 milhões para acelerar o desenvolvimento de novas plataformas dentro da blockchain da Solana.
A Solana nasceu juntamente com outras criptomoedas chamadas “ethereum-killers”, que buscavam substituir a Ethereum (ETH) no posto de segunda principal criptomoeda do mercado. Por falar no éter, os investidores mantêm a tese de que ela é uma moeda com características diferentes e mais vantajosas que o bitcoin.
Enquanto isso, o Ibovespa segue andando de lado, operando em queda de 0,20%, aos 129.531 pontos por volta das 10h.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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