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Eles investiram em uma empresa que promete tornar os motores elétricos até 30% mais eficientes
Seria um novo filme dos Vingadores? Nada disso.
A empresa de motores elétricos Turntide Technologies conseguiu arrecadar US$ 80 milhões para desenvolver seu projeto de motores elétricos e melhorar a autonomia de sistemas que impulsionam os carros.
Mas a grande curiosidade não é como eles conseguiram melhorar a eficiência do motor, e sim quem são os investidores da companhia. Personalidades de peso das mais diversas áreas, como Bill Gates, fundador da Microsoft, o co-criador do iPhone Tony Fadell e o criador da armadura de ferro Mark 1, Tony Stark. Digo, Robert Downey Jr.
Segundo a empresa, mais da metade da energia elétrica do mundo é utilizada para mover motores elétricos, de ventiladores até carros mais modernos. Quanto mais eficientes eles forem, menos gases estufa são lançados na atmosfera para a produção de eletricidade.
Em motores elétricos convencionais, os geradores que transformam a energia elétrica em cinética, que movimenta o motor, movimentando as peças com a força de um campo magnético por meio da rotação de um eletroímã. Dependendo do tamanho, ele consegue gerar um campo que tem força o bastante para entortar folhas de metal.
Mas boa parte dessa energia não consegue ser aproveitada para mover as peças, mas a Turntide descobriu que, ao ligar e desligar os eletroímãs da taxa de 20 mil repetições por segundo, parte dessa energia pode ser aproveitada. Isso aumenta a eficiência do motor elétrico em até 30%.
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A tecnologia não é exatamente nova. O primeiro projeto data de 1838, mas o custo dos chips que conseguem processar os programas para executar essa ação ainda são muito altos para serem produzidos em larga escala.
“Eles descobriram como usar uma tecnologia do século 19 e usar um software para fazer o que sempre teve o potencial de fazer”, disse Robert Downey Jr em uma entrevista. O CEO da Turntide, Ryan Morris, acredita que a redução de custos com eletricidade poderá fazer os investimentos darem retorno financeiro em até três anos.
*Com informações da Bloomberg
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