O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Bolsas europeias operam em forte queda e índices futuros de Nova York sinalizam abertura da semana no vermelho

A iminência de um calote da incorporadora chinesa Evergrande azeda o humor dos investidores nos mercados financeiros internacionais neste início de semana.
Analistas de mercado advertem para o risco de contágio da crise para outras empresas do setor, o que hoje se refletiu em uma queda acentuada das ações das grandes construtoras chinesas.
Com isso, o sub-índice da bolsa de valores de Hong Kong para o setor imobiliário da China continental encerrou em queda acentuada a sessão de hoje, acumulando agora perdas de 33% no ano.
As ações da Evergrande, que em 2021 já perderam 80% de valor, recuaram mais de 10% hoje, arrastando consigo papéis de outras grandes incorporadoras chinesas, como a Sunac China Holdings e a Guangzhou R&F Properties.
Enquanto a bolsa de Xangai permaneceu fechada por causa de um feriado, o índice Hang Seng, o principal da bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 3,30% hoje.
O movimento, entretanto, não se restringe à China. Na Europa, os principais índices de ações operam em forte queda. Em Wall Street, os índices futuros sinalizam abertura no vermelho em Nova York.
Leia Também
No decorrer da semana passada, a piora das condições de liquidez das incorporadoras chinesas em meio à desaceleração nas vendas de imóveis levou agências chinesas de avaliação de risco de crédito a rebaixarem os ratings da Evergrande e de outras empresas do setor.
No caso específico da Evergrande, segunda maior incorporadora da China, o governo passou os últimos dias em negociações com os bancos locais para evitar o calote da rolagem da dívida da construtora, estimada em mais de US$ 300 bilhões.
A Evergrande, por sua vez, trabalha junto a assessores financeiros na tentativa de apresentar um plano crível de reestruturação de sua dívida. O prazo para um acordo, antes esperado para hoje, agora expira na quinta-feira.
Antes de continuar, um convite: apresentamos no nosso Instagram as 5 razões por que o Ibovespa não para de cair.
Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira, empreendedorismo e muito mais.
Apesar da gravidade da crise da dívida da Evergrande, analistas consideram improvável que aconteça na China uma crise de proporções similares à que levou à quebra do banco norte-americano Lehmann Brothers em 2008.
A expectativa é de que o governo chinês opte por promover uma quebra controlada da Evergrande, resgatando clientes, fornecedores e prestadores de serviços e fazendo com que o sistema financeiro local absorva o prejuízo.
Em relação aos investidores estrangeiros, o mico está nas mãos de grandes fundos e bancos posicionados em dívidas de mercados emergentes, o que inclui o Ashmore Group, a BlackRock, o UBS e o HSBC.
Entretanto, não está previsto nenhum grande vencimento de títulos em moeda estrangeira da Evergrande antes do ano que vem, o que reserva alguns meses para que uma solução seja encontrada.
BYE BYE, BRASIL
NO RITMO DO PETRÓLEO
VACAS MAGRAS
SALTO DE QUASE 10%
LOJAS DA ARMANI, NIKE, LACOSTE...
FUNDOS NA BOLSA
CHUVA DE DIVIDENDOS
MERCADOS HOJE
VAI CUMPRIR A PROMESSA?
QUERIDINHAS DO SETOR
SEPARANDO RUÍDO DE ALERTA
O QUE SAIU E O QUE ENTROU
IBOVESPA SANGROU
HORA DE COMPRAR?
VEJA QUAL É
FLUXO ESTRANGEIRO
MAIS SAÚDE PARA A AÇÃO
TOUROS E URSOS #270
ENTENDA
VEJA QUAL É