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Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

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Temor de calote da Evergrande derruba ações do setor imobiliário chinês e arrasta mercados internacionais

Bolsas europeias operam em forte queda e índices futuros de Nova York sinalizam abertura da semana no vermelho

Ricardo Gozzi
20 de setembro de 2021
7:22 - atualizado às 10:53
fachada da incorporadora chinesa Evergrande

A iminência de um calote da incorporadora chinesa Evergrande azeda o humor dos investidores nos mercados financeiros internacionais neste início de semana.

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Analistas de mercado advertem para o risco de contágio da crise para outras empresas do setor, o que hoje se refletiu em uma queda acentuada das ações das grandes construtoras chinesas.

Com isso, o sub-índice da bolsa de valores de Hong Kong para o setor imobiliário da China continental encerrou em queda acentuada a sessão de hoje, acumulando agora perdas de 33% no ano.

As ações da Evergrande, que em 2021 já perderam 80% de valor, recuaram mais de 10% hoje, arrastando consigo papéis de outras grandes incorporadoras chinesas, como a Sunac China Holdings e a Guangzhou R&F Properties.

Enquanto a bolsa de Xangai permaneceu fechada por causa de um feriado, o índice Hang Seng, o principal da bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 3,30% hoje.

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O movimento, entretanto, não se restringe à China. Na Europa, os principais índices de ações operam em forte queda. Em Wall Street, os índices futuros sinalizam abertura no vermelho em Nova York.

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Crise está próxima de um desfecho

No decorrer da semana passada, a piora das condições de liquidez das incorporadoras chinesas em meio à desaceleração nas vendas de imóveis levou agências chinesas de avaliação de risco de crédito a rebaixarem os ratings da Evergrande e de outras empresas do setor.

No caso específico da Evergrande, segunda maior incorporadora da China, o governo passou os últimos dias em negociações com os bancos locais para evitar o calote da rolagem da dívida da construtora, estimada em mais de US$ 300 bilhões.

A Evergrande, por sua vez, trabalha junto a assessores financeiros na tentativa de apresentar um plano crível de reestruturação de sua dívida. O prazo para um acordo, antes esperado para hoje, agora expira na quinta-feira.

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Uma publicação compartilhada por Seu Dinheiro (@seudinheiro)

Voltando ao assunto, vamos às perspectivas

Apesar da gravidade da crise da dívida da Evergrande, analistas consideram improvável que aconteça na China uma crise de proporções similares à que levou à quebra do banco norte-americano Lehmann Brothers em 2008.

A expectativa é de que o governo chinês opte por promover uma quebra controlada da Evergrande, resgatando clientes, fornecedores e prestadores de serviços e fazendo com que o sistema financeiro local absorva o prejuízo.

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Em relação aos investidores estrangeiros, o mico está nas mãos de grandes fundos e bancos posicionados em dívidas de mercados emergentes, o que inclui o Ashmore Group, a BlackRock, o UBS e o HSBC.

Entretanto, não está previsto nenhum grande vencimento de títulos em moeda estrangeira da Evergrande antes do ano que vem, o que reserva alguns meses para que uma solução seja encontrada.

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