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Com a aprovação do pacote de infraestrutura de US$ 1,2 trilhão nos Estados Unidos, a ação da Vale tende a subir exponencialmente no longo prazo; veja a opinião de analistas
Não dá para negar que as ações da Vale (VALE3) têm sofrido nos últimos tempos e apresentam queda de pouco mais de 17% no ano, em comparação com os 9% do Ibovespa. O motivo por trás disso é claro: a queda no preço do minério de ferro.
A commodity encerrou o mês de novembro com perdas na casa dos 4%, o quinto recuo mensal, no ano a cotação já caiu cerca de 14%. Assim, o papel — que é o mais indicado do ano por players do mercado, de acordo com o levantamento mensal que o Seu Dinheiro publica — acabou sendo deixado de lado por alguns meses.
Mas, no último mês do ano, VALE3 volta a brilhar os olhos dos investidores, mesmo que o minério ainda não esteja em um de seus melhores momentos. Para o analista da Empiricus, João Piccioni, trata-se de um bom investimento.
A ação tem potencial para subir entre 43% e 98% e conta com 6 recomendações de compra dos players do mercado. As informações são de consenso de mercado e foram compiladas pelo portal TradeMap.
Você pode ler mais abaixo ou, se preferir, fizemos um vídeo explicando melhor essas vastas oportunidades no nosso Youtube:
Os motivos que explicam essa possível alta são uma combinação de dois fatores: de acordo com dados de mercado, a produção do minério de ferro para 2022 virá abaixo do esperado em um momento em que a demanda deve estourar.
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Isso porque, com o pacote de infraestrutura de US$ 1,2 trilhão aprovado pelo governo dos Estados Unidos, a procura pela commodity tende a crescer exponencialmente. Para você ter uma noção, serão US$ 550 bilhões apenas em estradas, pontes, ferrovias, hidrovias, rede elétrica, internet de alta velocidade e outras obras públicas.
Nesse quesito, a Vale sai na frente da concorrência: como a segunda maior produtora da commodity do mundo, a qualidade de seu produto é referência no mercado global.
Além disso, é esperado que a China afrouxe suas políticas para o financiamento do setor imobiliário, dado que o segmento é um dos principais motores de seu crescimento econômico.
O financiamento imobiliário já cresceu em outubro em relação ao mês anterior e as autoridades chinesas mantêm sua posição de estabilizar suas políticas de crédito no médio e longo prazo, a despeito dos problemas de endividamento da gigante imobiliária Evergrande.
Os dividendos robustos distribuídos pela mineradora também são um atrativo a parte para os investidores. Os pagamentos, que já somavam R$ 73 bilhões até setembro, são os maiores entre as empresas listadas na B3.
E é importante deixar claro que, com as quedas recentes, a ação da empresa está barata. Ao ser negociada a uma faixa de EV/Ebtida de apenas 3 vezes para 2022 — enquanto seus pares chegam a negociar a 5 vezes —, Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus, destaca a oportunidade.
Você pode ver mais comentários sobre o potencial de alta da Vale no vídeo abaixo, em que o analista da Empiricus João Piccioni destaca os motivos que o fazem considerar a ação um bom investimento para o longo prazo:
Mas existem riscos: a possibilidade de uma queda expressiva no valor do minério de ferro, mudanças no alto escalão da empresa, novas variantes da covid-19 que levam a lockdowns, possíveis consequências desfavoráveis para a empresa em relação às tragédias de Mariana e Brumadinho e os riscos político-econômicos do Brasil.
A mineradora não é a única que pode trazer bons resultados para o investidor. No vídeo abaixo, o analista da Empiricus, Henrique Florentino, explica os motivos que o levam a acreditar que as ações do Banco do Brasil (BBAS3) são um bom investimento.
Para ele, as ações estão baratas e, de acordo com dados de consenso de mercado compilados pelo portal TradeMap, o potencial de alta no longo prazo é de quase 90%. O papel conta com 12 recomendações de compra e 5 para manter.
Para ter chances de surfar nesse potencial, clique no vídeo abaixo e veja mais informações com o comentário completo do analista:
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