🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Exclusivo SD Premium

As ações favoritas para o mês de setembro, segundo 13 corretoras

Três companhias tradicionais da bolsa brasileira voltam mais uma vez ao pódio de favoritas do mercado. Confira as principais apostas dos analistas para o mês de setembro

Jasmine Olga
Jasmine Olga
4 de setembro de 2020
5:27 - atualizado às 15:58
Selo Ação do mês
Selo Ação do mês - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O que faz de um clássico um clássico? Tenho a certeza que essa pergunta já foi discutida e revisitada infinitas vezes desde a origem do universo. Seja na Academia, na escola ou na mesa do bar, um método universal para a definição de clássicos nunca foi encontrado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A única certeza é que quando falamos em clássicos é quase certo que sua mente vague diretamente até os grandes nomes da literatura, os filmes da era de ouro do cinema americano ou o Álbum Branco dos Beatles. Mas esses não são os únicos.

No mercado financeiro, também temos grandes clássicos: setores fortes e consolidados, empresas sólidas que possuem a confiança dos investidores e que se destacam por anos a fio e ativos de confiança para os momentos de crise. Assim como no mundo das artes, esses também estão longe de ser uma unanimidade.

Na bolsa de valores, as ações "clássicas" também são chamadas de "blue chips": empresas fortes, consolidadas, com grande nome no mercado e um grande volume de negociação diária.

Aqui no Seu Dinheiro já é tradição consultarmos os principais bancos e corretoras para conhecer as três principais apostas para o mês. O resultado sempre é uma surpresa, mas algumas empresas já se tornaram verdadeiros clássicos no nosso ranking.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É claro que tudo depende do momento. Um ano atrás era quase certo que o topo do pódio seria da Petrobras e que um dos bancões certamente apareceria na lista, enquanto uma Vale pós-Brumadinho aparecia de forma esporádica entre as favoritas. No momento em que o petróleo desabou e a crise do coronavírus obrigou as empresas a se adaptarem da melhor forma, o jogo virou, e a Vale já apareceu por aqui em 7 outras ocasiões em 2020.

Leia Também

Uma hora ou outra uma surpresa sempre aparece. Mas só o tempo poderá nos dizer se estamos diante de um novo clássico. Por agora, o que podemos afirmar é que, depois de anos complicados, a Via Varejo (VVAR3) segue fazendo a cabeça dos analistas e aparece no topo do pódio das queridinhas do mercado pelo terceiro mês consecutivo, com quatro indicações.

Para setembro, a lista completa é composta por empresas tradicionais - que já marcaram presença aqui no mês passado. Além da varejista, temos um empate entre duas empresas clássicas do Ibovespa: a mineradora Vale (VALE3) e o Bradesco (BBDC4).

Outras companhias, citadas mais de uma vez pelos analistas, também merecem destaque. É o caso da empresa de software Totvs (TOTS3), o Banco Itaú (ITUB4) e a Direcional Energia (DIRR3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antes de você descobrir o que os analistas do mercado andam dizendo, um lembrete. Uma estratégia inteligente de investimentos envolve também uma diversificação maior - assim você pode aproveitar melhor as chances de alta e minimizar possíveis prejuízos. Como diz a velha máxima: nunca coloque todos os ovos em uma única cesta.

Confira o Top 3 de cada corretora na tabela abaixo.

Entendendo a Ação do Mês: todos os meses o Seu Dinheiro Premium consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são as principais apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 ações, os analistas indicam as suas três prediletas. Com o ranking nas mãos, selecionamos as que contaram com pelo menos duas indicações.

Abrindo vantagem

Se você nos acompanha mensalmente, sabe que nos últimos meses o topo do pódio tem sido dominado por aquelas empresas que souberam se destacar durante a pandemia — principalmente quando o assunto é e-commerce. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Via Varejo (VVAR3), que neste mês recebeu quatro indicações — Ágora Investimentos, Planner, Necton e Toro Investimentos — tem sido figurinha carimbada por aqui. Depois de alguns anos complicados e um começo de ano igualmente negativo, a companhia virou a chave do seu negócio em plena pandemia - e parece estar saindo vitoriosa.

Até o dia 2 de setembro, a ação da companhia acumulava uma alta de 83,89%, a R$ 20,54. Mesmo com a valorização expressiva dos últimos meses, os analistas ainda acreditam que a varejista pode ir além.

Para Mario Mariante, analista-chefe da Planner Corretora, a pandemia deve seguir influenciando a aceleração das vendas online da Via Varejo. No primeiro semestre, a empresa, dona de marcas como Casas Bahia e Ponto Frio, teve um crescimento de 47% no seu e-commerce. 

O faturamento líquido nos primeiros seis meses do ano, de R$ 11,6 bilhões, ficou abaixo do registrado em 2019, mas refletiu o bom funcionamento da companhia durante o período mais crítico da pandemia, quando quase todo o comércio do país ficou fechado e precisou de uma boa estrutura de comércio eletrônico — e a Via Varejo foi rápida na mudança de chave, garantindo um ganho expressivo de mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Toro Investimentos vê todo o setor de bens de consumo com bons olhos e acredita nas companhias que possuem uma grande penetração nas vendas via e-commerce. Com o foco da Via Varejo totalmente voltado para a transformação digital, os analistas da Toro enxergam grande potencial para a companhia. 

Em teleconferência com jornalistas, após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, o CEO da companhia, Roberto Fulcherberguer, disse que a companhia tem conseguido superar a barreira tecnológica. O plano agora é expandir, contratar e firmar parcerias importantes. Em outro evento, Fulcherberguer disse não acreditar que somente uma empresa saia vitoriosa no comércio online.

Embora o cenário seja bem promissor no segmento online, a Ágora Investimentos ressalta que a Via Varejo opera em um espaço de comércio eletrônico altamente competitivo — e, por isso, deve ser creditada pela forma como executou a sua transformação digital. 

“Acreditamos que a Via Varejo, portanto, entra no segundo semestre do ano com forte impulso, o que deve ajudá-la a continuar a recuperar o terreno perdido para os concorrentes ao longo de vários anos” — Ágora Investimentos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reconquistando confiança

Nem mesmo os clássicos estão imunes aos efeitos do tempo. Não é raro que eles percam espaços nas prateleiras para as novidades do momento ou sejam revisitados com uma leitura crítica mais moderna e atualizada. 

Os grandes bancos talvez sejam as figuras mais tradicionais e clássicas do mercado financeiro. E eles não têm tido vida fácil: o número cada vez maior e a popularização das fintechs chacoalham cada vez mais o segmento e obrigam os bancões a correrem atrás do prejuízo e se modernizarem cada vez mais, ao mesmo tempo que lutam para manter a sua solidez. 

Antes mesmo da crise do coronavírus as ações dos grandes bancos já sofriam em bloco. A crise só piorou a situação. Em 2020, as ações dos principais bancos acumulam quedas superiores a 30% (no acumulado até a última quarta-feira): Itaú (32%), Santander (38%), Banco do Brasil (35%) e Bradesco (35%).

Mas um clássico é sempre um clássico e o Bradesco (BBDC4), que passou um bom tempo longe da lista de queridinhas, está emplacando pela segunda vez consecutiva entre as favoritas do mercado. A tradicional instituição financeira vem mostrando aos investidores que tem fôlego não só para lidar com a crise mas também para ir além. Neste mês, o bancão foi indicado por três instituições: Toro Investimentos, Banco Santander e Terra Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para se defender dos efeitos da pandemia, o banco protegeu fortemente o seu balanço de possíveis efeitos do coronavírus, fazendo provisões contra perdas no crédito. No primeiro trimestre, foram R$ 2,7 bilhões. No segundo, mais R$ 3,8 bilhões foram reservados. A redução das despesas operacionais é outra medida anti-crise destacada pelos analistas. 

Com o efeito das provisões para perdas no crédito esperadas com retração da economia, o banco viu o seu lucro cair para R$ 3,873 bilhões, queda de 40,1% e a rentabilidade sobre patrimônio ir para 12%. O Bradesco, no entanto, já tem planos para o pós-crise.

Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, o presidente da instituição, Octavio de Lazari Junior, disse que espera retomar um retorno superior a 20% após a retomada. Além disso, caso a recuperação da economia aconteça de forma melhor do que o esperado, as provisões podem ser revertidas. 

Mesmo com a queda no lucro e na rentabilidade, a Terra Investimentos destaca o crescimento da margem financeira total (15,3%) e a expansão da carteira de crédito (14,9%). A Toro Investimentos ressalta ainda a melhora nos índices de inadimplência e a boa performance e crescimento da operação de seguros, previdência e capitalização. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se antes da crise os analistas do Santander esperavam que o Bradesco tivesse um crescimento de 10% no lucro, agora a expectativa é de que a queda seja de 9% em 2020, o que levou a uma mudança no preço-alvo das ações, para R$ 35. No entanto, mesmo com a correção, os analistas seguem vendo o Bradesco como o maior potencial de alta entre os bancos privados. 

Presença constante

Os dias de terror pós-Brumadinho ainda não ficaram definitivamente para trás. Mas a Vale (VALE3) segue como uma das ações favoritas do mercado. Neste mês, foram três indicações: Guide Investimentos, CM Capital e Necton.

Durante a crise, não foi raro ouvir as palavras "resiliência" e "adaptabilidade" como adjetivos para a força de uma das maiores mineradoras do mundo. Não é à toa que a empresa já é um clássico por aqui, figurando sete vezes entre as favoritas em 2020. Neste ano, a companhia acumula uma valorização superior a 13% — enquanto o Ibovespa cai mais de 10%.

A solidez da companhia é reforçada pelos bons fundamentos que seguem sendo os gatilhos para a aposta dos analistas na companhia. O foco segue na reestruturação da gestão da companhia, com foco no controle de custos, redução do capex e do endividamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além das melhorias operacionais, uma série de fatores que favorecem a Vale ajudam a compensar os efeitos negativos da queda de produção provocada pela crise do coronavírus, segundo Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos. 

E uma boa dose desse otimismo segue sendo a expansão da indústria chinesa, que mostra força e segue a sua trajetória de recuperação. Além disso, o país tem investido em obras de infraestrutura para estimular a economia. Os dois fatores geram uma alta demanda por minério de boa qualidade - e parte dela deve ser suprida pela Vale. 

No começo deste ano, o minério de ferro se estabilizou acima dos US$ 100 e desde então segue com uma forte onda de valorização, atualmente na faixa dos US$ 127 por tonelada. 

“Avaliamos a entrada em Vale nesse momento a patamares interessantes, negociada a 3.8x EV/Ebitda, contra uma média de 6.5x do setor” - Guide Investimentos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Retrospectiva

O mês de agosto foi o primeiro mês negativo para o Ibovespa desde março, no início da crise do coronavírus. O principal índice da bolsa brasileira fechou o mês com queda acumulada de 3,44%. O mês foi marcado pela volta das tensões políticas em Brasília e uma grande preocupação dos investidores com a situação fiscal do país e o cumprimento do teto de gastos diante da pandemia do coronavírus.

Das quatro ações no topo do ranknig de agosto, apenas a Via Varejo teve retorno positivo, de 3,06%. O restante — Vale (-3,52%), Bradesco (-8,48%) e B3 (-6,62) — seguiu a tendência de queda do principal índice da bolsa brasileira.

Confira o desempenho completo das ações indicadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar